5 cenários surreais de Goiás que você não pode deixar de visitar

Mais do que as manjadas piscinas termais e aquecidas que fazem a fama de Goiás, desde os anos 80, esse estado do Centro-Oeste surpreende quem busca novos cenários, em destinos ainda pouco explorados.

Para quem já passou pela mística Chapada dos Veadeiros, outro endereço famoso em território goiano., ainda sobram opções inusitadas como Terra Ronca, um dos maiores complexos de cavernas da América Latina; esportes de aventura em Mambaí, que tem se esforçado para conquistar o título de o ‘mais novo polo do turismo de aventura do Brasil; e até outro parque nacional ainda desconhecido dos brasileiros, o PN das Emas, onde animais típicos do Cerrado costumam dar as caras por ali, como tamanduá-bandeira e cachorro-do-mato.

Confira nossa seleção de 5 cenários surreais de Goiás que você não pode deixar de visitar:

SERRA DOURADA

Final de tarde na Serra Dourada (foto: Eduardo Vessoni)
Final de tarde na Serra Dourada (foto: Eduardo Vessoni)

Localizada no município de Mossâmedes, a 37 km da Cidade de Goiás, a Serra Dourada faz parte de um parque estadual com uma área de 28 mil hectares, sobre o platô de mesmo nome.

Um dos destaques é a trilha “Entardecer na Serra Dourada” (6 km de extensão), uma área de Cerrado Rupestre com cenográficas árvores que crescem entre fendas rochosas; poços para banho no rio Cafundó; a Cidade de Pedra, rochas esculpidas pelo vento; e até uma trilha sobre um areal com chão de areias de quartzito.

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CHAPADA DOS VEADEIROS

Salto do Rio Preto, em São Jorge, na Chapada dos Veadeiros (foto: Eduardo Vessoni)
Salto do Rio Preto, em São Jorge, na Chapada dos Veadeiros (foto: Eduardo Vessoni)

A Chapada dos Veadeiros, Patrimônio Mundial Natural pela Unesco, tem um pouco de cada bioma brasileiro.

Buritis crescem às margens de canais estreitos de água em campos úmidos como os da Amazônia; florestas de árvores imponentes parecem trazidas da Mata Atlântica; e uma inusitada vegetação arbustiva rasga rochas milenares típicas do cerrado rupestre.

E no meio dessa variedade de cenários, a mística chapada do centro-oeste brasileiro guarda cachoeiras e trilhas alternativas desenhadas para poucos (e resistentes) viajantes que buscam mais do que experiências místicas e terapias com florais, em Alto Paraíso.

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TERRA RONCA

Interior da São Bernardo, uma das cavernas do complexo de Terra Ronca, no extremo nordeste de Goiás (foto: Eduardo Vessoni)
Interior da São Bernardo, uma das cavernas do complexo de Terra Ronca, no extremo nordeste de Goiás (foto: Eduardo Vessoni)

Localizado no extremo nordeste de Goiás, Terra Ronca é cenário de uma das experiências de aventura mais fascinantes, em território brasileiro. Essa região de mais de 600 milhões de anos abriga quase 300 cavernas, no Parque Estadual de Terra Ronca (PETeR).

Naquelas terras isoladas de Goiás, tamanho é documento, sim, e seus corredores subterrâneos são um dos mais respeitados destinos de espeleologia do mundo.

Só para ter uma ideia, da lista das trinta maiores cavernas do Brasil, o Parque Estadual de Terra Ronca abriga sete, cujas extensões ultrapassam os 14 km, como a Lapa da Angélica, segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE).

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MAMBAÍ

Cachoeira do Funil, em Mambaí (foto: Eduardo Vessoni)
Cachoeira do Funil, em Mambaí (foto: Eduardo Vessoni)

Localizado no extremo nordeste de Goiás, a 357 km de Brasília, o município de Mambaí conta com mais de 200 cavernas, suas trilhas em corredores naturais escuros dão acesso a cachoeiras e tem até uma tirolesa a mais de 100 metros que sobrevoa um cânion.

Mambaí se esforça para conquistar o título de o ‘mais novo polo do turismo de aventura do Brasil’. E o título não é exagerado.

Por ali, é possível praticar espeleoturismo, boia cross, tirolesa, rapel, cascading, escalada, trilhas de maior duração e até balançar em uma cachoeira

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PARQUE NACIONAL DAS EMAS

Parque Nacional das Emas (foto: Nébias Silva/Goiás Turismo)
Parque Nacional das Emas (foto: Nébias Silva/Goiás Turismo)

Essa área de diferentes versões de Cerrado, no sudoeste de Goiás, protege 132 mil hectares, entre os municípios goianos de Mineiros e Chapadão do Céu, a a 420 km de Goiânia, e parte de Costa Rica, no Mato Grosso do Sul.

Formado por chapadões e matas ciliares, o destino abriga animais típicos do cerrado como ema (claro), anta, veado, tamanduá-bandeira e cachorro-do-mato.

A melhor época para visitar a região é de junho a setembro.

SAIBA MAIS
Site oficial do turismo de Goiás
www.goiasturismo.go.gov.br
* com informações do ICMBIO

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