Vinícola gaúcha é a primeira brasileira a ter cave submarina

Contâiner da vinícola Miolo, na Bretanha, na França (foto: Divulgação)

Quem já desembarcou em terras gaúchas sabe que os vinhos produzidos por ali podem surpreender. São tantos e tão variados que agora eles vêm do fundo do mar, de uma cave submarina.

Há pouco mais de dois meses, o Grupo Miolo apostou em um sistema de envelhecimento, no mínimo, inusitado.

Localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), essa vinícola levou algumas de suas garrafas para caves submarinas, no mar da Bretanha, no Atlântico Norte, no oeste da França.

O lote do espumante Miolo Cuvée Tradition Brut foi imerso nas águas da ilha de Ouessant, no departamento de Finisterra, a temperaturas marítimas que variam de 11º C a 13 °C, além de receberem as influências benéficas da constante e suave agitação marítima.

foto: Divulgação

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As caves submarinas não só criam condições ideais para o envelhecimento do vinho como também conferem características singulares a essa bebida guardada com esse processo.

Segundo Adriano Miolo, o resultado é uma bebida aromática (mais rica e floral) e complexa (com notas de manteiga e castanha), apresentando dez vezes mais compostos moleculares do que os envelhecidos pelo método tradicional.

As garrafas estão dispostas horizontalmente em container especial e devem ficar submersas até novembro de 2017, quando passarão a ser comercializadas nos mercados brasileiro e francês.

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SAIBA MAIS
Vinícola Miolo
RS 444, km 21 (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves/Rio Grande do Sul)
www.miolo.com.br
*fonte: Miolo Wine Group

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