Igarapés são destaque da estação de chuvas na Amazônia

De janeiro a junho, a Amazônia assiste a um dos espetáculos mais fascinantes da maior floresta tropical do planeta.

É nessa época que igarapés confundem a nossa mente com copas de árvores que se fundem no reflexo das águas, em canais estreitos formados por pequenos braços de rio.

Durante o inverno amazônico, as chuvas fortes caem sobre a região, formando esses corredores alagados que podem ser navegados por pequenas embarcações.

Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

Entre fevereiro e maio, por exemplo, o Rio Negro, em Manaus, tem maior frequência de chuvas.

É nesse período que as temperaturas são mais amenas, os animais estão mais ativos e as florestas inundadas se tornam navegáveis, segundo a Iberostar, empresa responsável pelo Grand Amazon, cruzeiro pelos rios Negro e Solimões, no Amazonas.

LEIA TAMBÉM: “Ilha do Combu é a versão doce de Belém, capital do Pará”

Já a capital do Pará abriga passeios para quem quer ver igarapés, como a Ilha dos Papagaios, habitat dessas aves que podem ser vistas pela manhã bem cedo, quando acontece a emocionante revoada desses pássaros, que dura meia hora, aproximadamente. A viagem inclui também passagem pelos igarapés locais.

Ilha do Combu, próximo a Belém (foto: Eduardo Vessoni)

Já o Furos & Igarapés é um tour que passa pela Ilha do Combu, a 15 minutos de barco de Belém, e avança por furos e igarapés da região, antes de atracar para que os viajantes possam realizar trilhas em comunidades localizadas no interior da floresta amazônica.

Neste post, selecionamos alguns dos igarapés amazônicos por onde passamos, nos últimos anos, em viagens pelo Amazonas e Pará, no Norte do Brasil.

LEIA TAMBÉM: “Com quantas letras se faz um cruzeiro literário na Amazônia?”

IGAPÓ x IGARAPÉ

Segundo o IPAAM (Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas), o termo igapó se refere a áreas de alagação permanente.

Ainda segundo o instituto, as matas de igapós podem ser encontradas em áreas pantanosas, de nascentes de rios e igarapés.

Igarapé próximo a Manaus, capital do Amazonas (foto: Eduardo Vessoni)

Já o igarapé é um canal estreito e de pouca profundidade que rasga a floresta. Daí a origem do nome que, em língua tupi, significa “caminho de canoa”,

Mais do que inspiração para cenários que parecem tirados de lendas amazônicas, daquelas com histórias fantásticas contadas na beira do rio, os igarapés são uma importante via de transporte e comunicação entre povoados ribeirinhos.

LEIA TAMBÉM: “1ª vez na Amazônia: Belém ou Manaus?” 

VEJA FOTOS

  • Igarapé na Praia da Água Boa, em Joanes, na Ilha do Marajó, no Pará (foto: Celso Abreu/Flickr-Creative Commons)

  • Igarapé na Praia da Água Boa, em Joanes, na Ilha do Marajó, no Pará (foto: Celso Abreu/Flickr-Creative Commons)

  • Igarapé Açu, a 2 km de Santarém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

  • Igarapé Açu, a 2 km de Santarém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

  • Igarapé Açu, a 2 km de Santarém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

  • Igarapé próximo a Manaus, capital do Amazonas (foto: Eduardo Vessoni)

  • Igarapé próximo a Manaus, capital do Amazonas (foto: Eduardo Vessoni)

  • Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

  • Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

  • Visita aos igarapés da Amazônia é uma das atrações de quem visita Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

  • Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

  • Vista de um dos canais amazônicos de Manacapuru, na Região Metropolitana de Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

  • Igarapé na Ilha do Combu, a 15 minutos de barco de Belém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

  • Igarapé na Ilha do Combu, a 15 minutos de barco de Belém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

  • Passeio Furos & Igarapés, em Belém (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: “Turismo na Amazônia tem praias de rios, igarapés e vida selvagem”

 

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*