Destinos do Brasil para conhecer em maio

Observação de onças, no Pantanal Norte, no Mato Grosso (foto: Eduardo Vessoni)

Na hora de programar as próximas férias, é mais importante saber “quando” do que “onde”.

Não adianta se animar com as clássicas promoções de passagens aéreas para Manaus, em dezembro, se a região da Amazônia fica sob intensas chuvas, nessa época do ano. Ou então desembarcar no Pantanal, em plena temporada de cheia e ter passeios cancelados devido aos alagamentos naturais em solo pantaneiro.

Para ajudar na programação da sua viagem, o Viagem em Pauta selecionou os melhores destinos nacionais para conhecer em maio:

PANTANAL

No Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, tanto a chuva como a seca definem o cenário que o visitante irá encontrar em destinos como o Pantanal. Por ali, o período de seca, que vai de maio a setembro, é considerado o melhor para visitação e observação de animais.

Nessa época, começa a temporada de vazante na região do Pantanal, que segue até setembro. É o período em que chove menos e as temperaturas atingem níveis suportáveis, favorecendo a observação da vida selvagem.

LEIA TAMBÉM: “Conheça o destino brasileiro que inspirou o filme ‘Z – A Cidade Perdida’”

CHAPADA DOS VEADEIROS

Vista do do salto do Rio Preto, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (foto: Eduardo Vessoni)

A temporada de chuvas começa a dar uma trégua, o Cerrado está florido e as cachoeiras apresentam maior volume de água.

Eis a hora de desembarcar em um dos destinos de aventura mais místicos do Brasil: a Chapada dos Veadeiros, a 245 km de Brasília e a 418 km de Goiânia.

LEIA TAMBÉM: “Sete experiências inusitadas da Chapada dos Veadeiros, em Goiás”

SERRA DO CIPÓ

Parque Nacional da Serra do Cipó (foto: HVL/Commons.wikimedia.org)

Outra opção para a temporada é essa região de em Minas Gerais. É no outono que as chuvas já não atrapalham os passeios, mas ainda há bastante verde na paisagem e dá para visitar cachoeiras e grutas.

CUNHA (SP)

Por ali, a experiência vem em forma de tradicionais trabalhos de cerâmica, campos de lavanda para visitas demoradas, trilhas cênicas em meio a trechos preservados de Mata Atlântica e, como ninguém é de ferro, mesa farta, no melhor estilo comida de fazenda.

Tudo isso, a 230 km de São Paulo, no Alto Vale do Paraíba e bem próximo a Paraty, no Rio de Janeiro.

PROGRAME-SE: “Entre a serra e o mar, Cunha é destino de artes e aventura”

Uma das atrações mais conhecidas de Cunha são os cenográficos campos de lavandas.

O destino abriga duas atrações que permitem ao visitante caminhar entre esses pequenos arbustos e adquirir produtos feitos com lavandas.

Vista do Lavandário de Cunha, a 230 km de São Paulo (foto: Eduardo Vessoni)

Um dos endereços é o Contemplário, onde é possível fazer piquenique em meio a campos de lavandas e ver as plantações da sacada da cafeteria local que vende produtos como chá de lavanda e bolo de pinhão.

Já o Lavandário é a atração mais visitada da cidade, uma área sobre uma colina que tem vista para montanhas do Vale do Paraíba e extensos corredores onde crescem lavandas.

LEIA TAMBÉM: “Conheça os lavandários de Cunha, a 230 km de São Paulo”

PARATY

Praia Grande de Cajaíba, em Paraty (foto: Eduardo Vessoni)

Com o fim das chuvas na região Sudeste, esse destino fluminense é uma boa pedida para quem quer conhecer um destino histórico e passear pelo centro antigo da cidade.

LEIA TAMBÉM: “7 praias paradisíacas de Paraty”

SUL DA BAHIA

Itaquena, uma das praias isoladas, entre Trancoso e a Praia do Espelho (foto: Eduardo Vessoni)

É nas praias do litoral sul da Bahia, onde carros não entram e banhistas só chegam com certo esforço, que acontecem as travessias em bike, entre Porto Seguro e Caraíva, uma viagem de quase 50 km, feita sobre duas rodas e combinada com um trekking, no trecho final.

LEIA TAMBÉM: “Praias isoladas do litoral sul da Bahia se exibem em viagem de bicicleta”

VELHO CHICO

Passeio em barco a remo, no rio São Francisco, em Sergipe (foto: Eduardo Vessoni)

Desde que viu surgir cânions navegáveis, após a construção da Hidrelétrica de Xingó, no extremo noroeste de Sergipe e em pleno rio São Francisco, o município de Canindé de São Francisco virou uma espécie de meca do turismo sergipano e passou a atrair grupos que fazem bate e volta, a partir da capital Aracaju.

O destino recebe visitantes durante todo o ano, mas o clima é mais ameno para passeios e atividades ao ar livre, de maio a agosto.

SAIBA MAIS: “Principal destino do turismo sergipano, Velho Chico tem experiências únicas”

SERRA GAÚCHA

Gramado, Canela, Bento Gonçalves, São Francisco de Paula e Nova Petrópolis são alguns dos destinos que merecem uma visita nessa região serrana do Rio Grande do Sul.

Enquanto Gramado é o endereço para ver e ser visto, a vizinha Canela é o lugar para estar do lado de fora, cuja atração mais conhecida é a Cascata do Caracol, uma queda d’água de 131 metros de altura.

Pedalada entre vinhedos, na Serra Gaúcha (foto: Jonatha Junge/Divulgação)

Já Nova Petrópolis e São Chico, como São Francisco de Paula também é conhecida, fazem parte da Rota Romântica, roteiro que de 14 cidades que homenageia a cultura germânica trazida por imigrantes.

LEIA TAMBÉM: “10 sugestões de experiências inusitadas na Serra Gaúcha”

AMAZÔNIA

De janeiro a junho, a Amazônia assiste a um dos espetáculos mais fascinantes da maior floresta tropical do planeta. É nessa época que igarapés confundem a nossa mente com copas de árvores que se fundem no reflexo das águas, em canais estreitos formados por pequenos braços de rio.

Durante o inverno amazônico, as chuvas fortes caem sobre a região, formando esses corredores alagados que podem ser navegados por pequenas embarcações.

Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

 

LEIA TAMBÉM: “Igarapés são destaque da estação de chuvas na Amazônia”

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*