Melhores destinos do Brasil, em agosto

Navegação no rio São Francisco, em Canindé do São Francisco (foto: Eduardo Vessoni)

As férias escolares de julho mal chegaram ao fim e a gente já começa a pensar em cair na estrada outra vez.

Na hora de programar suas próximas férias, é mais importante saber “quando” do que “onde”.

Não adianta se animar com as clássicas promoções de passagens aéreas para Manaus, em dezembro, se a região da Amazônia fica sob intensas chuvas, nessa época do ano. Ou então desembarcar no Pantanal, em plena temporada de cheia e ter passeios cancelados ou se frustrar com animais escondidos devido aos alagamentos naturais em solo pantaneiro.

Entre tantas opções, agosto é mês de ver bicho no Pantanal, ir para a floresta ou nadar em praias de água doce.

Cidades Históricas
(Minas Gerais)

Com temperaturas mais baixas e dias sem chuva, destinos como Tiradentes, São João del-Rei, Ouro Preto e Mariana são opções de viagens na baixa temporada.
Ouro Preto (foto: Rodrigo Denúbila/Flickr-Creative Commons)

Além de exemplares de arquitetura barroca e obras como as do artista Aleijadinho, ainda dá para incluir o centro de Belo Horizonte e Brumadinho, cidade da Região Metropolitana que abriga o Instituto Inhotim, maior museu a céu aberto do mundo.

Pantanal
(Mato Grosso e Mato Grosso do Sul)

A melhor época para ver animais no Pantanal vai de julho a setembro.
Final de tarde na região do Rio Claro, no Pantanal Norte, no Mato Grosso (foto: Eduardo Vessoni)

O nível dos rios baixam e os bichos buscam água e alimento, nas margens de estradas, para delírio dos visitantes. No entanto, a temporada de 2016 se estendeu até o início de novembro e era possível encontrar felinos, ainda no final da temporada.

A região fica entre o noroeste do Mato Grosso do Sul e o sul do Mato Grosso, no Centro Oeste brasileiro, e é dividida em Pantanal Norte (MT), formada por destinos como Cáceres (220 km de Cuiabá), Poconé (102 km) e Barão de Melgaço (110 km); e Pantanal Sul (MS), com destaque para cidades como Miranda (198 km de Campo Grande), Aquidauana (130 km) e Corumbá (420 km).

Confira atrações no Pantanal

Canindé de São Francisco
(Sergipe)

De maio a agosto, o clima é mais ameno para passeios e atividades ao ar livre.
Navegação no rio São Francisco, em Canindé do São Francisco (foto: Eduardo Vessoni)

Localizado no extremo noroeste de Sergipe, Canindé de São Francisco é uma espécie de meca do turismo sergipano e atrai grupos que fazem bate e volta, a partir da capital Aracaju.

As águas represadas que deram lugar ao Cânion do Xingó ficam em um vale de 65 km de extensão, onde é possível navegar a bordo de catamarãs, fazer passeios em pequenas embarcações que cruzam corredores estreitos do cânion, fazer rapel e até praticar Stand Up Paddle.

Principal destino do turismo sergipano, Velho Chico tem experiências únicas

Lençóis Maranhenses
(Maranhão)

A melhor época vai de maio a setembro
(foto: Wikimedia Commons)

Após a estação chuvosa, as lagoas entre as dunas ficam cheias e exuberantes. O maior campo de dunas do Brasil é também um dos destinos preferidos para quem gosta de turismo de aventura e contato com a natureza. Para quem prefere caminhadas longas e interação com comunidades tradicionais, pode-se ter a experiência de pernoitar em vilarejos.

Para conseguir descontos nessa época, a dica é planejar com pelo menos 60 dias de antecedência. O parque está inserido nos municípios de Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz.

Alter do Chão
(Pará)

Após a vazante dos rios, as águas de Alter do Chão começam a baixar, dando lugar às praias de água doce.
Alter do Chão (foto: Embratur/Divulgação)

Famoso pelas piscinas de água doce, Alter do Chão fica a 36 km de Santarém e já foi eleito uma das mais belas praias do mundo pelo jornal inglês The Guardian.

O nível baixo das águas atinge seu pico em novembro.

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