Com 13 feriados, 2018 será seu ano de viajar. Confira calendário e destinos no Brasil

foto: Pegatina1 (Flickr-Creative Commons)

Para felicidade da nação brasileira viajante, 2018 terá 12 feriados (ou 13 para quem mora e trabalha em São Paulo).

E a boa notícia é que a maioria deles será em uma terça ou quinta-feira. Em outras palavras: este será o seu ano de colocar os pés na estrada.

Aliás, viajantes, preparem o coração (e o bolso!). É em novembro que acontece o super feriado que começa na quinta-feira (15/11) e vai até a terça-feira seguinte.

No entanto, na hora de programar a próxima viagem,“quando” é mais importante do que “onde”.

foto: Wikimedia Commons

Não adianta se animar com promoções de passagens para Manaus, em dezembro, se a Amazônia fica sob chuva.

Ou ir para o Pantanal, na temporada de cheia, e ter passeios cancelados por alagamentos naturais em solo pantaneiro.

Para ajudar na programação da sua próxima viagem, o Viagem em Pauta montou esse calendário com os melhores destinos nacionais e suas respectivas temporadas.

(* Alguns dos feriados citados são exclusivos em São Paulo)

LEIA TAMBÉM: “Confira os destinos nacionais mais procurados pelos brasileiros, em 2017”

JANEIRO

(25/1 – 5ª-feira: Aniversário de São Paulo)

O verão já está fervendo no Brasil e, pra dar uma refrescada, nada melhor do que um banho de água salgada em praias do Nordeste.

É alta temporada e as areias estarão cheias, mas mesmo assim vale a pena aproveitar.

Barra Grande, no litoral norte de Maragogi (foto: Eduardo Vesoni)

Piscinas naturais que na beira da praia, falésias que se erguem sobre nossas cabeças, e uma sequência de praias que só podem ser acessadas a pé ou de bicicleta.

A Bahia endereço para quem não dispensa uma praia exibida também é recomendada, no mês de janeiro, como a isolada Mangue Seco, que pode ser combinada com a Praia do Saco, no litoral sul do Sergipe.

Maceió, em Alagoas, possui praias urbanas com ótima infraestrutura turística.

Janeiro e fevereiro são indicados também para os praticantes do surfe, na paradisíaca Fernando de Noronha, arquipélago pernambucano, a pouco mais de 540 km de Recife.

SAIBA MAIS: “Fernando de Noronha para mãos de vaca: dicas para economizar”

FEVEREIRO

(13/1 – 3ª-feira: Carnaval)

Seja em destinos urbanos ou em vilarejos do litoral, fevereiro também é mês de visitar o Nordeste.

Quem procura um pouco mais de calma, Rio Grande do Norte tem chuvas escassas.

A região entre Arraial d’Ajuda e Caraíva, no sul da Bahia, conta com passeios guiados de bicicleta por praias onde carros não chegam e só podem ser acessadas a pé ou por bike.

“Praias isoladas do litoral sul da Bahia se exibem em viagem de bicicleta”

Mais ao sul, a Bahia surpreende (outra vez!) com um roteiro por praias isoladas, em Prado.

No roteiro de nove praias até Cumuruxatiba, dá para chegar de carro ou de bike, passando por falésias de até 40 metros de altura.

SAIBA MAIS: “Roteiro de 32 km passa por praias isoladas de Prado, no extremo sul da Bahia”

Alagoas é outro destino nordestino perfeito para fevereiro, cujos principais destinos são Maceió, uma das melhores orlas urbanas do Nordeste, e Maragogi, na Costa dos Corais.

MARÇO

(30/3 – 6ª-feira: Sexta-feira da Paixão)

Verão terminando, ano letivo iniciado e um Brasil turístico inteiro só para quem pode viajar em março.

Os destinos estão ficando mais vazios e, com o início da baixa temporada, os preços começam a cair.

Em Foz do Iguaçu, as quedas continuam com volume d’água suficiente para paralisar visitantes, mas em número menor de pessoas. Em época de lua cheia, esse parque nacional conta com visitas noturnas.

Foz do Iguaçu (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: Centenária e cobiçada, Foz do Iguaçu abriga atrações para aventureiros

Passada a temporada de chuvas no Sul do Brasil, março é indicado também para visitar Florianópolis.

Localizada ao lado do Parque Municipal da Lagoa do Peri, essa bela faixa de areia começa na Ponta da Companha e termina no lado sul do Morro das Pedras, de onde dá para observar baleias franca, entre os meses de julho e novembro (foto: Eduardo Vessoni)

SAIBA MAIS: “Para cada estilo de banhista, uma praia diferente em Florianópolis”

Para quem está sem tempo para viagens mais longas, o Viagem em Pauta recomenda também alguns destinos próximo à capital paulista que dá para fazer um bate e volta, nos finais de semana.

Casario histórico de Joaquim Egídio, em Campinas (foto: Eduardo Vessoni)

Destaques para Paranapiacaba, destino histórico declarado Patrimônio Nacional que conta com trilhas que cruzam trechos da Serra do Mar; e Joaquim Egídio, distrito de Campinas, a 100 km de São Paulo, feito para amantes de história, da boa gastronomia e para sair de bar em bar.

LEIA TAMBÉM: “Bate e volta paulista: cinco destinos próximos a São Paulo”

ABRIL

21 de abril – sábado: Tiradentes

Passada a temporada de chuvas, abril é um mês ideal para visitar as chapadas brasileiras.

Na Chapada Diamantina, na Bahia, chove pouco e é possível aproveitar melhor os passeios, além de ter uma visibilidade melhor da paisagem, quando se chega ao topo.

Chapada Diamantina, na Bahia, um dos destinos recomendados para junho (foto: Danielle Pereira/Flickr-Creative Commons)

Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, é também um bom destino nessa época, faz menos calor e ainda dá par aproveitar a cheia dos rios para curtir as cachoeiras.

As chuvas dão uma trégua também nas regiões Sul e Sudeste, onde é possível conhecer as Cidades Históricas de Minas, cujos destinos mais populares são Ouro Preto e Tiradentes.

Jericoacoara, no litoral do Ceará (foto: Rosanetur/Flickr-Creative Commons)

Para quem não desiste de uma praia, Jericoacoara, no Ceará, mantém as temperaturas altas o ano todo e, logo após o verão, com a queda do número de turistas, é a melhor época para ser visitada.

(*Para mais informações sobre a Chapada dos Veadeiros, confira o mês de junho, mais abaixo).

LEIA TAMBÉM: Conheça os caminhos rurais da Mata Atlântica, em Minas Gerais

MAIO

(1º/5 – 3-feira: Dia do Trabalhador)
(31/5 – 5ª-feira: Corpus Christi

Com o fim das chuvas na região Sudeste, Paraty é uma boa pedida para quem quer conhecer um destino histórico e passear pelo centro antigo da cidade.

Mas o melhor da região continua no mar, onde dá para visitar ilhas e praias isoladas com acesso apenas de barco.

Praia Grande de Cajaíba, em Paraty (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: “7 praias paradisíacas de Paraty”

Outra opção é a Serra do Cipó, em Minas Gerais, pois no outono as chuvas não atrapalham mais os passeios, mas ainda há bastante verde na paisagem e dá para visitar cachoeiras e grutas.

Em São Paulo, Cunha é a nossa sugestão para maio.

Vista do Lavandário de Cunha, a 230 km de São Paulo (foto: Eduardo Vessoni)

Por ali, a experiência vem em forma de tradicionais trabalhos de cerâmica, campos de lavanda para visitas demoradas, trilhas cênicas em meio a trechos preservados de Mata Atlântica e, como ninguém é de ferro, mesa farta, no melhor estilo comida de fazenda.

Tudo isso, a 230 km de São Paulo, no Alto Vale do Paraíba e bem próximo a Paraty, no Rio de Janeiro.

SAIBA MAIS: “Entre a serra e o mar, Cunha é destino de artes e aventura”

A partir de maio, começa também a temporada do cobiçado mergulho na Lagoa Misteriosa, em Jardim, próximo a Bonito, no Mato Grosso do Sul. Aliás, é nos meses mais secos, de maio a setembro, que o visitante encontra melhores condições para mergulhar e fazer flutuação em Bonito.

Lagoa Misteriosa, em Bonito (foto: Marcelo Krause/Divulgação)

SAIBA MAIS: “Conheça a Lagoa Misteriosa, próximo a Bonito, no Mato Grosso do Sul”

JUNHO

No Brasil, as quatro estações praticamente viram duas: seca e chuva.

Na época de seca, que vai de junho a novembro, alguns destinos têm condições de visita ideais, como a Chapada dos Veadeiros, no Nordeste de Goiás, quando os dias são de céu limpo e a paisagem tomada por um Cerrado florido.

Vista da queda de 120 metros do Salto do Rio Preto I, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: Chapada dos Veadeiros abriga trilhas alternativas por cachoeiras e piscinas naturais

Em junho, alguns dos melhores destinos do país para prática de montanhismo, como o Parque Nacional Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, iniciam oficialmente a temporada de escalada.

Vista do monte Dedo de Deus, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (foto: Carlos Perez Couto/Wikimedia Commons)

LEIA TAMBÉM: “10 cachoeiras imperdíveis para visitar em Guapimirim, na Serra Verde Imperial (RJ)”

Uma boa pedida é também conhecer Manaus, que apesar do calor de 40°, é um passeio imperdível para quem quer conhecer uma das principais florestas tropicais do planeta, no Amazonas. Nesse período do ano, pode-se navegar entre igapós e igarapés, visitar cachoeiras e praias fluviais.

Segundo o Ministério do Turismo, o melhor é conhecer as riquezas naturais da região até setembro, quando as chuvas são mais curtas e menos intensas.

Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

SAIBA MAIS: “1ª vez na Amazônia: Belém ou Manaus?”

JULHO

(9/7: Revolução Constitucionalista)

Para ver animais (aos montes), no Pantanal, a melhor época começa em julho e segue até setembro, quando o nível dos rios baixam e os bichos buscam água e alimento, nas margens de estradas, para delírio dos visitantes.

SAIBA MAIS: “O que fazer no Pantanal”

No Sudeste, Campos do Jordão, em São Paulo, é muito procurada pelo clima romântico das suas serras e pela degustação de chocolate e cerveja na cidade. Um destino muito parecido, mas em Minas Gerais, é Monte Verde, onde o viajante pode descansar hospedado em chalés da região.

Já o Nordeste, entre julho e novembro, assiste à emocionante temporada de baleias jubarte, no Parque Nacional Marinho de Abrolhos, no sul da Bahia. É nesses meses que os mamíferos aquáticos escolhem as águas quentes do mar baiano para reprodução e amamentação dos filhotes.

SAIBA MAIS: “Saiba como é viajar em um liveaboard, em Abrolhos, na Bahia”

Na Serra Catarinense, a sugestão é Urupema, cujas temperaturas podem chegar a -7°C.

Já a Serra Gaúcha é o local mais indicado, onde pode-se visitar vinícolas, especialmente em Bento Gonçalves; além de destinos como Gramado, cidade mais famosa turisticamente da região, e Canela, que além do tradicional, oferece também opções de ecoturismo.

Bondinhos aéreos de Canela, na Serra Gaúcha (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: “Canela é a Serra Gaúcha para curtir do lado de fora”

A partir de julho, e até novembro, a gaúcha Lagoa do Peixe recebe a chegada de flamingos, cisnes, garças, maçaricos e outras 270 espécies de aves que chegam do Canadá, Estados Unidos, Chile e Argentina, em busca de abrigo e alimentos.

LEIA TAMBÉM: “10 destinos na América Latina mais procurados para as férias de julho”

AGOSTO

Agosto é mês de ir para a floresta, banhar-se em lagoas rodeadas por dunas ou nadar no rio São Francisco.

De maio a agosto, o clima em Sergipe é mais ameno para passeios e atividades ao ar livre, sobretudo na região do rio São Francisco, uma espécie de meca do turismo sergipano.

Passeio em barco a remo, no rio São Francisco, em Sergipe (foto: Eduardo Vessoni)

Desde que viu surgir cânions navegáveis, após a construção da Hidrelétrica de Xingó, no extremo noroeste do estado e em pleno rio São Francisco, o município de Canindé de São Francisco passou a atrair grupos que fazem bate e volta, a partir da capital Aracaju.

O destino recebe visitantes durante todo o ano, mas vale considerar que, de dezembro a fevereiro, o Xingó é marcado por chuvas breves e ventos mais fortes.

SAIBA MAIS: “Principal destino do turismo sergipano, Velho Chico tem experiências únicas”

Após a vazante dos rios, as águas de Alter do Chão começam a baixar, dando origem a praias de água doce nesse destino paraense, a 36 km de Santarém.

Ilha do Amor, em Alter de Chão, em Santarém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

O verão amazônico acontece nessa época do ano, por isso vale a pena visitar Belém, também no Pará, ou outras capitais da região Norte, como Manaus.

SAIBA MAIS: “Mangal das Garças: a Floresta Amazônica que fica dentro de Belém”

Os Lençóis Maranhenses são o destaque nordestino, com dunas de areia recortadas pelas piscinas naturais das lagoas, cuja melhor época para visitar vai de maio a setembro. No restante do Nordeste, prevalecem as chuvas.

Lençóis Maranhenses (foto: Wikimedia Commons)

Em agosto termina a temporada de cachoeiras em Tocantins.

A 35 km da capital Palmas, um mundo de cachoeiras refresca almas cansadas do calor sufocante daquela cidade inspirada na vizinha Brasília. Com mais de 80 cachoeiras catalogadas, embora apenas 10% estejam abertas para visita pública, esse distrito de Palmas é a versão serrana do Tocantins, considerada a região mais fria do município, e surpreende com cachoeiras de mais de 70 metros que ficam bem no quintal de casa.

Cachoeira do Evilson, em Taquaruçu (foto: Eduardo Vessoni)

SAIBA MAIS: “Temporada de cachoeiras em Tocantins termina em agosto”

A partir desse mês, e até novembro, Fernando de Noronha é indicada para a prática de mergulho, cuja temporada é marcada por mar mais calmo e visibilidade que pode chegar a 50 metros.

SAIBA MAIS: “Conheça os melhores pontos para mergulho básico, em Noronha”

SETEMBRO

(7/9 – 6ª-feira: Independência do Brasil)

Os dias mais frios vão ficando para trás, o litoral brasileiro vai ganhando novos tons (e outras temperaturas) e o Brasil começa a contagem regressiva para o verão.

Setembro é perfeito para visitar um dos destinos mais cobiçados em terras brasileiras.

É neste mês que o mar de Fernando de Noronha apresenta as melhores condições para banhistas, com águas calmas que fazem daquele mar esverdeado uma tranquila piscina natural ao ar livre.

Trilha do Piquinho, em Fernando de Noronha (foto: Eduardo Vessoni)

VEJA TAMBÉM: “Fernando de Noronha para mãos de vaca: dicas para economizar”

Setembro é o último mês do ano para visitar os Lençóis Maranhenses, quando as lagoas escondidas entre dunas moldadas por ventos ainda estão com água das chuvas.

LEIA TAMBÉM: Temporada nos Lençóis Maranhenses vai até setembro

OUTUBRO

(12/10 – 6ª-feira: Nossa Senhora Aparecida)

Vai entrando o último trimestre do ano e a gente já começa a contar os dias para a temporada mais cobiçada do lado de cá do continente.

Quem conta com a sorte de poder viajar em outubro, tem atrações com poucos turistas, preços mais baixos e temperaturas mais elevadas, porém sem as tradicionais chuvas de verão.

Passada a temporada dos festivais mais cobiçados do destino, Paraty é destino perfeito, cujo centro histórico pode ser visitado com calma, após o encerramento de eventos como a FLIP e o Paraty em Foco.

LEIA TAMBÉM: “Estrada Cunha-Paraty é uma das vias mais cenográficas do Brasil, no interior de SP”

As mais impressionantes quedas do planeta são lindas durante todo o ano.

Mas é em meses como setembro e outubro, conhecidos historicamente pelo maior volume de água e clima mais ameno, que Foz de Iguaçu pode ser uma boa pedida de viagem.

Foz do Iguaçu (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: “Centenária e cobiçada, região de Foz do Iguaçu pode ser vista do alto”

Em outubro, ainda dá tempo de aproveitar as temporadas que começaram, no inicio do semestre, em locais como a Amazônia, Alter do Chão, Fernando de Noronha e (por que não?) destinos que ainda não receberam visitantes da alta estação como os litorais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Fervedouro do Soninho, no Jalapão (foto: Eduardo Vessoni)

Jalapão, no Tocantins, é uma boa pedida para quem gosta de trilhas e ecoturismo. Em outubro o calor não é tão acentuado na região e a seca garante que o viajante aproveite as piscinas naturais e a natureza sem preocupações.

LEIA TAMBÉM: “Conheça atrações do Tocantins, cenário da nova novela da Globo”

A temporada quente de Bonito vai de outubro a março, porém com chuvas. No entanto, é nos meses mais secos, de maio a setembro, que o visitante encontra melhores condições para mergulhar e fazer flutuação nesse destino do Mato Grosso do Sul.

Flutuação no Rio da Prata (foto: Eduardo Vessoni)

SAIBA MAIS: “Melhor época para conhecer Bonito”

NOVEMBRO

(2/11 – 6ª-feira: Finados)
(15/11 – 5ª-feira: Proclamação da República)
(20/11 – 3ª-feira: Dia Nacional da Consciência Negra)

Viajantes, preparem o coração (e o bolso!). É em novembro que acontece o super feriado que começa na quinta-feira (15 de novembro) e só termina na terça-feira seguinte.

O tempo está ficando mais quente e a contagem regressiva para o verão já começou.

Nesse mês, as praias do Nordeste ainda não estão cheias e valem a visita, como Pipa, no Rio Grande do Norte ou Trancoso, na Bahia.

Um dos destinos mais cobiçados do país, Fernando de Noronha, é ideal para quem quer mergulhar, pois os níveis de visibilidade de Mar de Dentro estão ótimos.

LEIA TAMBÉM: “Costa Esmeralda é trilha por praias do Mar de Dentro, em Fernando de Noronha”

Outras opções no Nordeste são Aracaju, capital do Sergipe, um destino menos agitado e mais econômico; e Jericoacoara, no Ceará, que possui praias muito preservadas por ficar em um parque nacional.

Maresias (foto: foto: APHM/Divulgação)

Para quem não quer ir longe, o litoral paulista tem água mais quente e, num mês com três feriados diferentes, vale descer até o litoral norte paulista.

SAIBA MAIS: “10 motivos para ir a Maresias”

DEZEMBRO

(25/12 – 3ª-feira: Natal)

O período de chuvas já passou no Nordeste e o mar volta a se acalmar.

Para este mês, recomendamos as piscinas naturais de Maragogi, no litoral norte de Alagoas, ou a Praia do Gunga, no mesmo estado. Tem também Rio Grande do Norte e Sergipe, onde fica a Praia do Saco.

Praia de Antunes, em Maragogi (foto: Eduardo Vessoni)

SAIBA MAIS: “Passeio de bugue em Maragogi é experiência única do litoral de Alagoas”

Quem quiser explorar o Sul e Sudeste, pode ir para Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, que fica na Região dos Lagos e possui praias com costões rochosos e areia clara.

Outra sugestão é Florianópolis, em Santa Catarina, que nessa época já está mais quente.

Lagoa do Peri (foto: Eduardo Vessoni)

LEIA TAMBÉM: “Florianópolis: confira praias e atrações de água doce na capital catarinense”

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*