5 endereços mal-assombrados onde você não deveria estar nesta sexta-feira 13

Todo mês em que o dia 13 cai numa sexta-feira, é a mesma história: supersticiosos ficam em alerta, ninguém quer passar debaixo de uma escada e gatos pretos… Bom, deixemos os gatos pretos para quem gosta dessa variante felina.

Historicamente, essa combinação de data está vinculada à má sorte e às superstições, cujas origens remontam a lendas que surgiram em diferentes endereços, ao redor do mundo.

Tem história nórdica de vingança; disputa por poderes, em épocas medievais; marinheiros que não gostam de zarpar em uma sexta-feira; e, os mais cristãos, acreditam inclusive que tudo teria começado com a morte de Cristo, em uma sexta-feira.

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Para tudo isso tem até nome: triscaidecafobia, o  medo irracional do número 13; e parascavedecatriafobia, termo usado para se referir à fobia das sextas-feiras 13.

Seja lá qual for seu medo ou fobia, o Viagem em Pauta selecionou 5 endereços paulistas, onde você não gostaria de estar nessa sexta-feira 13.

5. Vale do Anhangabaú

Considerado um dos mais belos cartões postais de São Paulo, onde estão os viadutos do Chá e da Santa Ifigênia, a Prefeitura de São Paulo e o Theatro Municipal, o local tem também uma história sangrenta e assustadora.

foto: Diego Torres Silvestre/Flickr-Creative Commons
foto: Diego Torres Silvestre/Flickr-Creative Commons

“Rio ou água de mau espírito”, em tupi, o Anhangabaú era visto pelos índios como um rio que servia de moradia de Anhagá, uma criatura maligna que podia assumir a forma de vários animais. Diz a lenda também que os pajés recomendavam que não bebessem ou se banhassem naquele rio, pois era um local amaldiçoado.

Sensitivos afirmam que a região emite uma energia muito ruim e que é perceptível a presença de assombrações no vale, onde houve tanta morte. SAIBA MAIS

4. Teatro Municipal de São Paulo

foto: Klaus Balzano/Flickr – Creative Commons
foto: Klaus Balzano/Flickr – Creative Commons

Funcionários desse teatro do centro de São Paulo relatam terem ouvido cantos, teclas de piano acionadas sozinhas e movimentos nos camarins, mesmo quando estava vazio. Acredita-se que espíritos dos artistas que passaram por ali ainda rondam o local.

Inaugurado em 1911, o Theatro Municipal tem sua construção inspirada na Ópera de Paris e serviu de cenário da Semana de Arte Moderna, em 1922, marco histórico da cultura brasileira.

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3. Edifício Martinelli

foto: Andreia Reis/Flickr-Creative Commons
foto: Andreia Reis/Flickr-Creative Commons

Considerado o primeiro arranha-céu da América Latina, com 30 andares, essa construção da década de 20 foi palco de assassinatos que começaram a acontecer no local.

Em março de 1947, um cadáver do adolescente Davilson Gelisek de apenas 14 anos foi encontrado no local.

Em junho 1965, o prédio foi palco também de outro assassinato. Inicialmente, dado como suicídio de Neide Rosa dos Santos, o crime terminou com a moça sendo jogada pela janela do Martinelli. SAIBA MAIS

2. Cemitério da Consolação

foto: Jaime Leme/Flickr-Creative Commons
foto: Jaime Leme/Flickr-Creative Commons

Fundado em 1858, esse é considerado o primeiro cemitério público de São Paulo, construído a partir de doações da Marquesa de Santos. O local guarda os restos mortais de diversas personalidades, como Monteiro Lobato, Tarsila do Amaral, Mário e Oswald de Andrade e Victor Brecheret, entre outros.

Visitantes afirmam ter visto vultos e espíritos por entre as lápides, inclusive o fantasma da própria Marquesa.

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O Serviço Funerário da Prefeitura instituiu uma visita guiada pelas lápides dessas pessoas ilustres, em que se pode conhecer um pouco da arte e cultura da cidade. Já os visitantes independentes contam com um aplicativo de QR Code que oferece informações sobre o local.

Segundo informações da Prefeitura, com um celular ou tablet é possível escanear cada código das lápides e receber informações sobre as personalidades sepultadas ou as obras de arte existentes nos locais. A intenção é estimular a visitação autônoma às necrópoles.

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1. Paranapiacaba

Conhecida como a “Silent Hill brasileira”, a vila inglesa de Paranapiacaba, a pouco mais de 50 km de São Paulo, tem um cenário que costuma assustar os mais supersticiosos, como a tradicional neblina de final de tarde e pelos cemitérios de trens abandonados, em pleno centro histórico foto: Eduardo Vessoni)
foto: Eduardo Vessoni

Conhecida como a “Silent Hill brasileira”, a vila inglesa de Paranapiacaba, a pouco mais de 50 km de São Paulo, tem um cenário que costuma assustar os mais supersticiosos, como a tradicional neblina de final de tarde e pelos cemitérios de trens abandonados, em pleno centro histórico.

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