80 anos de morte de Lampião: conheça atrações

No último sábado (28 de julho), aconteceu a missa que marca os 80 anos de morte de Virgulino Ferreira da Silva, o temido Lampião.

O evento foi na Grota do Angico, onde Lampião, Maria Bonita e outros nove cangaceiros foram pegos de surpresa pela polícia alagoana, em Poço Redondo (Sergipe).

Ocorrida em julho de 1938, a emboscada seria uma das baixas mais significativas do cangaço nordestino.

Em julho de 1938, Lampião e seu bando foram surpreendidos por uma emboscada da polícia alagoana, em Poço Redondo, Sergipe (foto: Wikimedia Commons)

A cena mais famosa do acontecimento são as cabeças degoladas pela ‘volante’, como era chamada a polícia de então, que foram levadas até Piranhas, em Alagoas, e expostas na escadaria da Prefeitura.

Com histórico polêmico e odiado por muitos, Lampião é um dos personagens nordestinos mais lembrados do Brasil. E conta até com roteiro turístico dedicado a ele e a Maria Gomes de Oliveira, a eterna Maria Bonita.

A missa fechou a programação de eventos, iniciados na quinta (26 de julho) com a abertura do seminário Sertão Cangaço, no Centro Histórico de Piranhas, em Alagoas.

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CONHEÇA ATRAÇÕES DO CANGAÇO

  • Vista da Grota do Angico, em Poço Redondo, Sergipe. A trilha da época pode ser feita no Cangaço Eco Parque, onde os visitantes caminham 3,5 km (ida e volta) até o local da morte dos cangaceiros e podem ver as cruzes em homenagem aos cangaceiros mortos no local (foto: Eduardo Vessoni)

  • Vista da Rota do Cangaço, trilha que leva em direção à Grota do Angico, em Poço Redondo, Sergipe (foto: Eduardo Vessoni)

  • Cartaz da missa em homenagem aos 80 anos de morte de Lampião e de seu bando, em Sergipe (foto: Reprodução)

  • O Xingó é o quinto maior cânion navegável do mundo, onde o surgimento de lagos engoliu cachoeiras e corredeiras, devido a seu represamento, no rio São Francisco, em Canindé do São Francisco. Na base da Gruta do Talhado, sobre águas de tons esverdeados, visitantes fazem um dos passeios mais simples e impactantes de todo o roteiro, uma navegação entre imensos paredões de granito avermelhado, a bordo de pequenas embarcações a remo (foto: Eduardo Vessoni)

  • Navegação pelos cânions do São Francisco. A partir de Canindé de São Francisco, são 15 km de navegação até o Paraíso do Talhado, um cenográfico trecho de rio, cujo nome é uma referência aos contornos das rochas talhadas pela combinação de ventos, chuva e variações térmicas (foto: Eduardo Vessoni)

  • Rapel no Cânion do Xingó, em Sergipe. A partir de uma trilha de 800 metros até uma das plataformas naturais do cânion, na base do Talhado, visitantes descem 40 metros em rapel até o rio São Francisco (foto: Eduardo Vessoni)

  • Em julho de 1938, Lampião e seu bando foram surpreendidos por uma emboscada da polícia alagoana, em Poço Redondo, Sergipe (foto: Wikimedia Commons)

  • A cena mais famosa do acontecimento são as cabeças degoladas pela ‘volante’, como era chamada a polícia de então, que foram levadas até Piranhas, em Alagoas, e expostas na escadaria da Prefeitura (foto: Wikimedia Commons)

  • A navegação pelo rio São Francisco, em direção à Grota do Angico, é uma das atividades turísticas mais populares do Sergipe (foto: Eduardo Vessoni)

  • Na trilha até a Grota do Angico é possível ver a cruz que faz homenagem a Lampião, morto no local, em 1938, ao lado de seu bando (foto: Eduardo Vessoni)

  • Turistas na Grota do Angico, onde Lampião e seu bando foram encontrados pela polícia alagoana, em 1938 (foto: Eduardo Vessoni)

  • Banheira de Maria Bonita, na Fazenda Mundo Novo, onde dizem que a companheira de Lampião se banhava, em Canindé de São Francisco (foto: Eduardo Vessoni)

  • A Fazenda Mundo Novo, a 30 km de Canindé de São Francisco, abriga a Trilha do Cangaço, por locais onde se refugiam Lampião e seu bando, em plena Caatinga sergipana (foto: Eduardo Vessoni)

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