5 endereços diferentes no Rio Grande do Norte

foto: Pousada Peixe Galo/Divulgação

Localizado no cotovelo do Brasil, bem onde o vento faz a curva, o Rio Grande do Norte tem praias semi desertas, faixas de areia que fazem a gente querer mudar de CEP e finais de tarde únicos, em todo o Nordeste brasileiro.

Neste post, o Viagem em Pauta reúne nossas experiências preferidas em terras potiguares.

Muito além de Natal e São Miguel do Gostoso, só para citar alguns dos destinos mais visitados do estado, tem passeio por uma península onde carro não entra, dunas rosadas que veem o sertão virar mar e até um local onde o turismo é do tempo da pedra.

VEJA ATRAÇÕES

GALINHOS

Praia do Farol, em Galinhos (foto: Eduardo Vessoni)

A 170 km de Natal, esse município pesqueiro fica em uma península de areia que avança, entre o mar e o rio, onde é possível fazer passeios de bugues e passar o dia em lagoas entre dunas.

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DUNAS DO ROSADO

Para ver dunas fora do eixo do turismo de massa, a parada seguinte é em Areia Branca, a 270 km de Natal.

Localizadas entre a cidade de Porto do Mangue e o vilarejo de Ponta do Mel, as Dunas do Rosado são montanhas de areia coloridas por sedimentos das falésias vizinhas que pintam aquelas dunas.

Dizem que são rosadas, mas de acordo com a luz do dia, a gente jura que são alaranjadas, avermelhadas ou em tons amarelos.

Com 10 km² de extensão, o local serviu de cenário para as novelas Flor do Caribe e ‘O Clone’, e para o filme ‘Maria, mãe do filho de Deus’.

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CASTELO ZÉ DOS MONTES

Tudo começou quando José Antônio Barreto teve uma visão, na infância, em que uma senhora lhe pedia para construir sete igrejas, em locais diferentes.

Desde que aquela imagem apareceu para ele, em 1941, foram outras 12 aparições até que, já adulto, Barreto, por fim, encontraria o endereço certo para a construção da sua igreja/castelo.

Vista do labirinto externo do Castelo Zé dos Montes, no Rio Grande do Norte, a 100 km de Natal (foto: Eduardo Vessoni)

Não concluída, a obra de contornos surrealistas pode ser visitada apenas nos finais de semana, cujos ambientes sem móveis podem ser explorados pelo visitante, como salões rochosos e altares em pedra.

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SERTÃO

No interior do estado e longe daquele mar de águas convidativas, o turismo acontece na região do Seridó, em plena Caatinga nordestina.

Entre arbustos e árvores baixas, é possível fazer caminhadas curtas até sítios arqueológicos que guardam pinturas rupestres escondidas, localizadas em setores mais isolados, “de onde índios locais podiam avistar grupos rivais”, segundo Damião Carlos Dantas, condutor no Sítio Arqueológico Xiquexique, a 3,5 km de Carnaúba dos Dantas.

Cânions dos Apertados, em Currais Novos, a pouco mais de 180 km de Natal (foto: Eduardo Vessoni)

Mais ao norte fica Cerro Corá, município que abriga o Serra Verde, outro geossítio com geoformas rochosas com mais de 530 milhões de anos e pinturas rupestres dentro de uma gruta.

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SERRA DE SÃO BENTO

Lounge da Pedra do Sapo, em Serra de São Bento, no Rio Grande do Norte (foto: Carla Belke-Divulgação)

Serra de São Bento, município a pouco mais de 100 km da capital potiguar, é o turismo do tempo da pedra.

Por onde se olhe são pedras. Tem pedra para ver, para se hospedar e até para fazer pêndulo humano.

Mas o mais inusitado desse destino serrano do Rio Grande do Norte é um bar-restaurante que funciona debaixo de uma imensa rocha.

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* O Viagem em Pauta viajou ao Rio Grande do Norte com o apoio da Atlantis Travel

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