Confira calendário para conhecer os melhores destinos brasileiros em 2019

Na hora de programar as próximas férias, é mais importante saber “quando” do que “onde”.
Não adianta se animar com as clássicas promoções de passagens aéreas para Manaus, em dezembro, se a região da Amazônia fica sob chuvas intensas, nessa época do ano. Ou então desembarcar no Pantanal, em plena temporada de cheia, e ter passeios cancelados por conta dos alagamentos naturais em solo pantaneiro.

Morro Dois Irmãos, visto do mirante da praia do Bode, no Mar de Fora de Fernando de Noronha (foto: Eduardo Vessoni)

Para ajudar na programação da sua próxima viagem (e na época certa), o Viagem em Pauta montou esse calendário 2019 com os destinos nacionais e suas respectivas temporadas.
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JANEIRO

Nordeste
O verão está fervendo no Brasil e nada melhor do que um banho de água salgada em praias do Nordeste.
Para ir de praia em praia, montamos esse roteiro com sugestões que vão das praias de água doce, no Sergipe, a Fernando de Noronha, a pouco mais de 540 km do Recife.

Ilha dos Namorados, próximo a Aracaju, capital do Sergipe (foto: Eduardo Vessoni)

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Se você não é chegado em faixas de areia, isoladas nem muvucadas; banhos em águas salgadas; ou já conhece os destinos litorâneos mais famosos do Nordeste, tem também um roteiro nordestino sem praias, com montanhas coloridas, cidades históricas, rota da cachaça, endereços dedicados a Gonzagão e até, vejam só, um castelo de contornos surrealistas.
Castelo Zé dos Montes, na Serra do Tapuia, no Rio Grande do Norte (foto: Eduardo Vessoni)

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Em janeiro, o destaque no Nordeste é a Bahia, endereço para quem não dispensa uma praia exibida também é recomendada, no mês de janeiro, como a isolada Mangue Seco, que pode ser combinada com a Praia do Saco, no litoral sul do Sergipe.

Bonito/Mato Grosso do Sul
Janeiro é o mês ideal também para ver o Abismo Anhumas iluminado, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. É nessa época que o Anhumas recebe feixe de luz que entra pela única abertura do abismo, entre dezembro e janeiro. SAIBA MAIS
Abismo Anhumas, em Bonito, no Mato Grosso do Sul (foto: Caio Vilela/Wikimedia Commons)

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Amazônia
De janeiro a junho, a região amazônica assiste a um dos espetáculos mais fascinantes da maior floresta tropical do planeta.
É nessa época que igarapés confundem a nossa mente com copas de árvores que se fundem no reflexo das águas, em canais estreitos formados por pequenos braços de rio.
Durante o inverno amazônico, as chuvas fortes caem sobre a região, formando esses corredores alagados que podem ser navegados por pequenas embarcações.
Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

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FEVEREIRO

Ilha Grande/Rio de Janeiro
No verão, as águas são mais quentes e há maior probabilidade de tempestades, no final da tarde. É nessa época que os preços aumentam e a espera para travessia em balsas podem tirar o humor.
Os meses de primavera e outono, com número menor de visitantes, são conhecidos pelos dias de céu claro, temperaturas mais amenas e águas menos frias.


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Nordeste
Alagoas é um dos destinos nordestinos perfeitos para fevereiro, cujos principais destinos são Maceió, uma das melhores orlas urbanas do Nordeste, e Maragogi, na Costa dos Corais.

Maragogi, em Alagoas (foto: Eduardo Vessoni)
Maragogi, em Alagoas (foto: Eduardo Vessoni)

O Rio Grande do Norte também tem chuvas escassas e destinos menos badalados, mas muito bonitos, como Maracajaú, Galos e Galinhos, e São Miguel do Gostoso.


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Pernambuco é dono de um trechos mais bonitos do litoral do Nordeste (isso porque não vamos nem falar de Fernando de Noronha, hein?) e tem roteiros que cabem em uma mesma viagem. Afinal de contas, de norte a sul, a costa pernambucana tem apenas 187 km de extensão.
Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco (foto: Edmar Paz/EMPETUR)
Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco (foto: Edmar Paz/EMPETUR)

Em uma semana de agenda cheia, dá para navegar o rio Capiberibe, na capital Recife; seguir para bancos de areia do litoral norte, na praia de Maria Farinha; e descer até o sul do estado para visitar clássicos, como Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, e a Praia dos Carneiros, em Tamandaré.

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MARÇO

Verão terminando, ano letivo iniciado e um Brasil turístico inteiro só para quem pode viajar em março.
Os destinos estão ficando mais vazios e, com o início da baixa temporada, os preços começam a cair.
Foz do Iguaçu/Paraná

Foz do Iguaçu (foto: Eduardo Vessoni)

As quedas continuam com volume d’água suficiente para paralisar visitantes, mas em número menor de pessoas.
Destino turístico brasileiro mais cobiçados, entre 10 de cada 10 estrangeiros que desembarcam por aqui, Foz conta com trilhas, voo panorâmico de helicóptero e passeio de barco às quedas d’água.
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Florianópolis/Santa Catarina
Passada a temporada de chuvas no Sul do Brasil, março é indicado também para visitar Florianópolis.

Canasvieiras, uma das praias do litoral norte de Florianópolis (foto: Eduardo Vessoni)

O número exato de praias de Florianópolis ninguém sabe ao certo (uns dizem que são 42, outros, juram que chegam a 100). Mas o que a gente sabe é que para cada estilo de banhista, tem uma faixa de areia exclusiva.
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São Paulo
Para quem está sem tempo para viagens mais longas, o Viagem em Pauta recomenda também alguns destinos próximo à capital paulista que dá para fazer um bate e volta, nos finais de semana.

foto: Eduardo Vessoni

Destaques para Paranapiacabadestino histórico declarado Patrimônio Nacional que conta com trilhas que cruzam trechos da Serra do Mar; e Joaquim Egídio, distrito de Campinas, a 100 km de São Paulo, feito para amantes de história, da boa gastronomia e para sair de bar em bar.LEIA TAMBÉM: “Bate e volta paulista: cinco destinos próximos a São Paulo”

Tocantins
O período de estiagem, de março a agosto, é a melhor época para conhecer destinos como as cachoeiras de Taquaruçu, a 35 km da capital Palmas região.
A época de chuvas vai de setembro a novembro e os dias são mais frios, entre junho e julho.

Cachoeira do Evilson, em Taquaruçu (foto: Eduardo Vessoni)

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Fernando de Noronha/Pernambuco
Nem só com dias nublados e chuvas se faz turismo nessa ilha a 545 km do Recife, durante a baixa temporada.
Aliás, são as precipitações, que costumam ir de março e junho, as responsáveis pela formação de cachoeiras que escorrem nos imponentes paredões rochosos da Praia do Sancho, eleita, no ano passado, pela quarta vez consecutiva, uma das dez melhores praias do mundo.

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ABRIL

Cidades históricas/Minas Gerais
As chuvas dão uma trégua nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde é possível conhecer destinos históricos como Ouro Preto e Tiradentes.


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Serra do Roncador/Mato Grosso
Assim como em toda a região de Cerrado, a Serra do Roncador é melhor aproveitada na temporada seca, entre abril e outubro, aproximadamente.
Cachoeira São Francisco, na Serra do Roncador, no Mato Grosso (foto: Eduardo Vessoni)

A mais de 500 km de Cuiabá, o destino é uma impressionante sequência de montanhas com 800 km de extensão, conhecido por suas cachoeiras, sítios arqueológicos e histórias de vida intraterrestre e portal para outras dimensões.

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Chapadas/Bahia e Mato Grosso
Na Chapada Diamantina, na Bahia, chove pouco e é possível aproveitar melhor os passeios, além de ter uma visibilidade melhor da paisagem, quando se chega ao topo.

Chapada Diamantina, na Bahia, um dos destinos recomendados para junho (foto: Danielle Pereira/Flickr-Creative Commons)

A Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, é também um bom destino nessa época, faz menos calor e ainda dá par aproveitar a cheia dos rios para curtir as cachoeiras.

MAIO

Paraty/RJ
Com o fim das chuvas na região Sudeste, Paraty é uma boa pedida para quem quer conhecer um destino histórico e passear pelo centro antigo da cidade.
Mas o melhor da região continua no mar, onde dá para visitar ilhas e praias isoladas com acesso apenas de barco.

Veleiro no Saco do Mamanguá, em Paraty (foto: Eduardo Vessoni)

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Bonito/Mato Grosso do Sul
É nos meses mais secos, de maio a setembro, que o visitante encontra as melhores condições para mergulhar e fazer flutuação em Bonito. Oficialmente, a alta temporada do destino inclui os meses de dezembro, janeiro e julho, bem como feriados nacionais.
Rapel de acesso ao Abismo Anhumas (foto: Eduardo Vessoni)

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Jardim/Mato Grosso do Sul
A partir de maio, começa também a temporada do cobiçado mergulho na Lagoa Misteriosa, em Jardim, próximo a Bonito.
Aliás, é nos meses mais secos, de maio a setembro, que o visitante encontra melhores condições para mergulhar e fazer flutuação em Bonito.

Lagoa Misteriosa, em Bonito (foto: Marcelo Krause/Divulgação)

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Pantanal/Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
O período de seca, considerado o melhor para visitação e até observação de onças, vai de maio a setembro.


Nessa época, começa a temporada de vazante na região do Pantanal, que segue até setembro. É o período em que chove menos e as temperaturas atingem níveis suportáveis, favorecendo a observação da vida selvagem.
Cânions do rio São Francisco/Sergipe
O destino recebe visitantes durante todo o ano, mas o clima é mais ameno para passeios e atividades ao ar livre, de maio a agosto.

Navegação no rio São Francisco, em Canindé do São Francisco (foto: Eduardo Vessoni)

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Desde que viu surgir cânions navegáveis, após a construção da Hidrelétrica de Xingó, no extremo noroeste de Sergipe e em pleno rio São Francisco, o município de Canindé de São Francisco virou uma espécie de meca do turismo sergipano e passou a atrair grupos que fazem bate e volta, a partir da capital Aracaju.

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JUNHO

Cunha/São Paulo
As praias de Paraty ficam logo ali adiante, no final de uma estrada cenográfica com trechos de paralelepípedos.
É grande a tentação de descer até o nível do mar, mas quem chega em Cunha, no interior de São Paulo, encontra um destino discreto que passa longe do turismo de massa de outros endereços serranos do estado.

Vista do Lavandário de Cunha, a 230 km de São Paulo (foto: Eduardo Vessoni)

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Ilha Grande/Rio de Janeiro
Para quem pretende navegar ou mergulhar, os meses de inverno apresentam dias mais secos e águas com maior visibilidade, embora mais frias.

É nessa época de clima mais ameno que acontecem também as caminhadas de longa travessia no Mar de Fora.
Serra dos Órgãos/Rio de Janeiro
Em junho, alguns dos melhores destinos do país para prática de montanhismo, como o Parque Nacional Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, iniciam oficialmente a temporada de escalada.

Vista do monte Dedo de Deus, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (foto: Carlos Perez Couto/Wikimedia Commons)

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Lençóis Maranhenses/Maranhão
De junho a setembro, a região tem águas cristalinas represadas que fazem dos Lençóis o único deserto do mundo em meio a lagoas, segundo o Ministério do Turismo.

(foto: Wikimedia Commons)

Localizado a 250 km de São Luís, no litoral oriental do Maranhão, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é a principal atração desse estado brasileiro e abriga três diferentes tipos de biomas: Cerrado, Caatinga e Amazônia.
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Chapada das Mesas/Maranhão
Esse destino do sul maranhense é quente durante todo o ano, mas é no verão local, com início em junho e pico de estiagem em agosto, que as chuvas dão um tempo e as águas ficam mais cristalinas.
Cachoeira de São Romão, no Parque Nacional da Chapada das Mesas, no Maranhão (foto: Eduardo Vessoni)

Os destaques do destino são o Parque Nacional da Chapada das Mesas, a pouco mais de 80 km de Carolina, e o Complexo de Pedra Caída, endereço da poderosa Cachoeira do Santuário.

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Manaus/Amazonas
Uma boa pedida é também conhecer Manaus, que apesar do calor de 40°, é um passeio imperdível para quem quer conhecer uma das principais florestas tropicais do planeta, no Amazonas. Nesse período do ano, pode-se navegar entre igapós e igarapés, visitar cachoeiras e praias fluviais.
Segundo o Ministério do Turismo, o melhor é conhecer as riquezas naturais da região até setembro, quando as chuvas são mais curtas e menos intensas.

Vista das florestas alagadas da Amazônia, em Manaus (foto: Eduardo Vessoni)

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JULHO

Pantanal/Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
Para ver animais (aos montes), no Pantanal, a melhor época começa em julho e segue até setembro, quando o nível dos rios baixam e os bichos buscam água e alimento, nas margens de estradas, para delírio dos visitantes.

Observação de onças, no Pantanal Norte, no Mato Grosso (foto: Eduardo Vessoni)

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Abrolhos/Bahia
Embora seja possível visitar o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, durante todo o ano, a época de baleias no arquipélago costuma ir de julho a novembro.
É nesse período que milhares de baleias jubarte deixam a Antártica para amamentar filhotes e se reproduzir, em águas quentes, rasas e tranquilas, no extremo sul da Bahia.

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Serra Gaúcha/Rio Grande do Sul
As opções vão desde o básico de Gramado, o destino turístico mais famoso da região, a vinícolas em Bento Gonçalves.
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A partir de julho e até novembro, a gaúcha Lagoa do Peixe recebe a chegada de flamingos, cisnes, garças, maçaricos e outras 270 espécies de aves que chegam do Canadá, Estados Unidos, Chile e Argentina, em busca de abrigo e alimentos.

Bondinhos aéreos de Canela, na Serra Gaúcha (foto: Eduardo Vessoni)

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AGOSTO

Alter do Chão/Pará
Após a vazante dos rios, as águas de Alter do Chão começam a baixar, dando origem a praias de água doce nesse destino paraense, a 36 km de Santarém.

Ilha do Amor, em Alter de Chão, em Santarém, no Pará (foto: Eduardo Vessoni)

O verão amazônico acontece nessa época do ano, por isso vale a pena visitar Belém, também no Pará, ou outras capitais da região Norte, como Manaus.
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Fernando de Noronha/Pernambuco
A partir desse mês e até novembro, o arquipélago é indicado para a prática de mergulho, cuja temporada é marcada por mar mais calmo e visibilidade que pode chegar a 50 metros.


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Amazônia
O verão amazônico acontece nessa época do ano, por isso vale a pena visitar Belém, capital do Pará, ou outras cidades da região Norte, como Manaus.
Rio Guamá, visto do mirante do Mangal das Garças, em Belém (foto: Eduardo Vessoni)

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SETEMBRO

Fernando de Noronha/Pernambuco
É neste mês que o mar de Noronha apresenta as melhores condições para banhistas, com águas calmas que fazem daquele mar esverdeado uma tranquila piscina natural ao ar livre.

Praias do Meio e da Conceição, vistas do Forte da Vila dos Remédios, em Fernando de Noronha (foto: Eduardo Vessoni)
Praias do Meio e da Conceição, vistas do Forte da Vila dos Remédios, em Fernando de Noronha (foto: Eduardo Vessoni)

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OUTUBRO

Quem conta com a sorte de poder viajar em pleno mês de outubro, destinos brasileiros oferecem atrações com poucos turistas, preços mais baixos e temperaturas mais elevadas, porém sem as tradicionais chuvas de verão.
Ainda dá tempo de aproveitar as temporadas que começaram, no início do semestre, em locais como a Amazônia e Fernando de Noronha e  até destinos que ainda não receberam visitantes da alta estação como os litorais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Dunas do Jalapão (foto: Eduardo Vessoni)

Jalapão, no Tocantins, é uma boa pedida para quem gosta de trilhas e ecoturismo. Em outubro o calor não é tão acentuado na região e a seca garante que o viajante aproveite as piscinas naturais e a natureza sem preocupações.
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NOVEMBRO

O tempo está ficando mais quente e a contagem regressiva para o verão já começou.
Nesse mês, as praias do Nordeste ainda não estão cheias e valem a visita, como Pipa, no Rio Grande do Norte ou Trancoso, na Bahia.
Um dos destinos mais cobiçados do país, Fernando de Noronha, é ideal para quem quer mergulhar, pois os níveis de visibilidade de Mar de Dentro estão ótimos.


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Outras opções no Nordeste são Aracaju, capital do Sergipe, um destino menos agitado e mais econômico; e Jericoacoara, no Ceará, que possui praias muito preservadas por ficar em um parque nacional.

Maresias (foto: foto: APHM/Divulgação)

Para quem não quer ir longe, o litoral paulista tem água mais quente e, num mês com três feriados diferentes, vale descer até o litoral norte paulista.
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DEZEMBRO

O período de chuvas já passou no Nordeste e o mar volta a se acalmar.
Para este mês, recomendamos as piscinas naturais de Maragogi, no litoral norte de Alagoas, ou a Praia do Gunga, no mesmo estado. Tem também Rio Grande do Norte e Sergipe, onde fica a Praia do Saco.

Praia de Antunes, em Maragogi (foto: Eduardo Vessoni)

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Quem quiser explorar o Sul e Sudeste, pode ir para Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, que fica na Região dos Lagos e possui praias com costões rochosos e areia clara.
Outra sugestão é Florianópolis, em Santa Catarina, que nessa época já está mais quente.

Lagoa do Peri (foto: Eduardo Vessoni)

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