10 destinos do Brasil que ainda dá para conhecer com o fim do verão

Verão terminando, ano letivo iniciado e um Brasil turístico inteiro a ser explorado por quem pode viajar nessa época do ano.
Os destinos nacionais vão ficando mais vazios e, com o início da baixa temporada, os preços começam a cair (das passagens aéreas ás tarifas de hotéis). Segundo o Ministério do Turismo, os descontos podem chegar a 30%.
E para você não perder o melhor de março, o Viagem em Pauta, selecionou alguns dos destinos do Brasil mais recomendados para conhecer em março.

Cachoeira de São Romão, no Parque Nacional da Chapada das Mesas, no Maranhão (foto: Eduardo Vessoni)

Na galeria de fotos abaixo é possível conhecer Cumuruxatiba, considerado um dos últimos litorais intactos da Bahia; os cânions de Canindé do São Francisco, em Sergipe; a desconhecida Galinhos, no norte do Rio Grande do Norte; além de Florianópolis e Foz do Iguaçu, destinos do Sul do Brasil que dispensam argumentos demorados.
Para quem procura algo diferente, o roteiro abaixo inclui também a experiência de alugar um veleiro no litoral norte de São Paulo ou em Paraty, no Rio de Janeiro; visita aos lavandários de Cunha, no interior de São Paulo; e até uma curiosa viagem para um destino de cachoeiras, sítios arqueológicos e um portal para outras dimensões.
VEJA TAMBÉM: “Confira calendário para conhecer os melhores destinos brasileiros em 2019”

CONFIRA DESTINOS

  • Localizado a 210 km de Porto Seguro, no extremo sul do estado, esse distrito de Prado é a Bahia que parece que ainda não foi descoberta. Ideal para famílias e considerado um dos últimos litorais intactos do estado, Cumuruxatiba tem águas mansas, piscinas naturais bem perto da praia e uma alta temporada curta que costuma ir de dezembro a janeiro (foto: Eduardo Vessoni)

  • Passada a temporada de chuvas no Sul do Brasil, março e abril são indicados também para visitar Florianópolis, capital catarinense. Segundo o Ministério do Turismo, outros destinos do estado também são preferidos dos turistas nessa época do ano, como Balneário Camboriú, São Francisco do Sul, Laguna e Ibituba (foto: Eduardo Vessoni)

  • CANINDÉ DO SÃO FRANCISCO: Durante o verão, as águas dos cânions desse destino a quase 200 km da capital sergipana costumam ficar mais claras. Destaques são as navegações pelo rio São Francisco e para a Trilha do Cangaço (foto: Eduardo Vessoni)
    Durante o verão, as águas dos cânions de Canindé, a quase 200 km de Aracaju, em Sergipe, ficar mais claras. Os destaques são as navegações pelo rio São Francisco e a Trilha do Cangaço (foto: Eduardo Vessoni)

  • A partir de Porto Seguro, no litoral sul da Bahia, trilhas e estradas levam a cenários como piscinas naturais que emergem bem na beira da praia; falésias que se erguem sobre faixas de areia isoladas; e uma sequência de outros cenários que só podem ser vistos por quem chega a pé ou de bicicleta (foto: Eduardo Vessoni)
    A partir de Porto Seguro, no litoral sul da Bahia, trilhas e estradas levam a cenários como piscinas naturais que emergem bem na beira da praia; falésias que se erguem sobre faixas de areia isoladas; e uma sequência de outros cenários que só podem ser vistos por quem chega a pé ou de bicicleta (foto: Eduardo Vessoni)

  • Embora a alta temporada na Chapada das Mesas, no Maranhão, costume ser durante feriados prolongados e nos meses de férias (julho, dezembro e janeiro), a melhor época para visitar a região vai de maio a setembro, quando o fim das chuvas deixa as águas locais mais cristalinas. Na foto, vista do Poço Azul, em Riachão, um dos municípios que formam a Chapada das Mesas (foto: Eduardo Vessoni)
    Embora a alta temporada na Chapada das Mesas, no Maranhão, costume ser durante feriados prolongados e nos meses de férias (julho, dezembro e janeiro), a melhor época para visitar a região vai de maio a setembro, quando o fim das chuvas deixa as águas locais mais cristalinas. Na foto, vista do Poço Azul, em Riachão, um dos municípios que formam a Chapada das Mesas (foto: Eduardo Vessoni)

  • A 170 quilômetros ao norte de Natal, no Rio Grande do Norte, Galinhos segue fazendo turismo no ritmo do vento, da maré de canais estreitos do manguezal e das torres eólicas que alteram o cenário das dunas de areia. Principal destino da Costa Branca, Galinhos tem pouco mais de 2.700 habitantes (incluindo o distrito vizinho de Galos) e parece ter dado as costas para o turismo de massa (foto: Pousada Peixe Galo/Divulgação
    A 170 quilômetros ao norte de Natal, no Rio Grande do Norte, Galinhos segue fazendo turismo no ritmo do vento, da maré de canais estreitos do manguezal e das torres eólicas que alteram o cenário das dunas de areia. Principal destino da Costa Branca, Galinhos tem pouco mais de 2.700 habitantes (incluindo o distrito vizinho de Galos) e parece ter dado as costas para o turismo de massa (foto: Pousada Peixe Galo/Divulgação

  • Localizado no oeste do Paraná, a pouco mais de 600 km de Curitiba, Foz do Iguaçu tem volume maior de água e número menor de visitantes, entre outubro e março (foto: Eduardo Vessoni)
    Localizado no oeste do Paraná, a pouco mais de 600 km de Curitiba, Foz do Iguaçu tem volume maior de água e número menor de visitantes, entre outubro e março (foto: Eduardo Vessoni)

  • Assim como em toda a região de Cerrado, a Serra do Roncador, no Mato Grosso, é melhor aproveitada na temporada seca, entre abril e outubro, aproximadamente. A mais de 500 km de Cuiabá, o destino é uma impressionante sequência de montanhas com 800 km de extensão, conhecido por suas cachoeiras, sítios arqueológicos e histórias de vida intraterrestre e portal para outras dimensões. (foto: Eduardo Vessoni)
    Assim como em toda a região de Cerrado, a Serra do Roncador, no Mato Grosso, é melhor aproveitada na temporada seca, entre abril e outubro, aproximadamente. A mais de 500 km de Cuiabá, o destino é uma impressionante sequência de montanhas com 800 km de extensão, conhecido por suas cachoeiras, sítios arqueológicos e histórias de vida intraterrestre e portal para outras dimensões. (foto: Eduardo Vessoni)

  • A 230 km de São Paulo, no interior paulista, Cunha é conhecida pelos campos de lavanda, abertos para visitação pública. Para ver lavandas, programe-se para estar na região fora da temporada de chuvas, pois essas plantas não gostam de água em excesso. Aliás, o êxito dessas plantações em Cunha se deve às temperaturas mais amenas e ao solo alcalino e bem drenado. Na foto, detalhe de campo de lavandas do Contemplário, em Cunha (foto: Eduardo Vessoni)
    A 230 km de São Paulo, no interior paulista, Cunha é conhecida pelos campos de lavanda, abertos para visitação pública. Para ver lavandas, programe-se para estar na região fora da temporada de chuvas, pois essas plantas não gostam de água em excesso. Aliás, o êxito dessas plantações em Cunha se deve às temperaturas mais amenas e ao solo alcalino e bem drenado. Na foto, detalhe de campo de lavandas do Contemplário, em Cunha (foto: Eduardo Vessoni)

  • Velejar no litoral norte de São Paulo, de Ilhabela a Ubatuba, e em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, pode ser uma boa dica para quem quer algo diferente. Mas esquece aquela história de que esse tipo de embarcação é apenas para gente com muito dinheiro ou exclusividade de celebridades, pois uma diária para quatro pessoas custa entre R$ 700 (baixa temporada) e R$ 900 (alta temporada). Na foto, veleiro no Saco do Mamanguá, em Paraty (foto: Eduardo Vessoni)
    Velejar no litoral norte de São Paulo, de Ilhabela a Ubatuba, e em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, pode ser uma boa dica para quem quer algo diferente. Mas esquece aquela história de que esse tipo de embarcação é apenas para gente com muito dinheiro ou exclusividade de celebridades, pois uma diária para quatro pessoas custa entre R$ 700 (baixa temporada) e R$ 900 (alta temporada). Na foto, veleiro no Saco do Mamanguá, em Paraty (foto: Eduardo Vessoni)

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