LATAM volta a operar voos para o Chile

Fora de operação desde abril de 2020, o voo da LATAM saindo do aeroporto do Galeão (RJ) para o Chile será retomado, a partir de novembro.

A decisão foi tomada após o Chile voltar a autorizar a entrada de turistas brasileiros totalmente vacinados contra a Covid-19.

Do Rio de Janeiro, serão três voos semanais em aeronaves Airbus A320 com destino a Santigo, capital do Chile. Assim como a companhia aérea informou em nota enviada ao Viagem em Pauta, essa será a sua primeira rota internacional a ser retomada no Brasil fora do aeroporto de Guarulhos (SP), desde o início da pandemia.

foto: LATAM/Divulgação

“Com o avanço da vacinação e a flexibilização de regras para viagens ao exterior, os brasileiros estão cada vez mais confiantes para programar suas viagens. Além disso, voos internacionais como Santiago-Rio de Janeiro também representam oportunidades para os estrangeiros voltarem a visitar o Brasil”, analisa Diogo Elias, diretor de Vendas e Marketing da companhia. 

Porém, a LATAM orienta que os passageiros consultem em “Requisitos para Viajar” as regras e exigências do governo chileno para brasileiros totalmente vacinados ingressarem no país.

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Como entrar no Chile

Fechadas desde abril, as fronteiras do país foram reabertas para turistas estrangeiros no dia 1º de outubro. Porém, embora os números de casos e mortes por coronavírus estejam caindo no Chile, o país reabre as fronteiras com algumas exigências.

Assim que o país voltar a receber estrangeiros, o turista ainda terá que reunir uma série de documentos, antes de poder sair por aí visitando atrativos chilenos.

Entre a papelada que o país irá exigir logo na entrada está o “Pase de Movilidad”, como é chamado o documento que comprova que a pessoa tomou as duas doses (ou dose única) da vacina contra a covid-19 e cumpriu os 14 dias da segunda dose de Pfizer, Sinovac ou AstraZeneca.

Vulcão Lonquimay, visto da área externa do Corralco Resort de Montaña, no sul do Chile (foto: Eduardo Vessoni)

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Será preciso também apresentar uma “declaração juramentada”, espécie de passaporte sanitário, um teste PCR negativo (feito até 72h antes do embarque) e a apólice de um seguro de viagem com cobertura mínima de 30 mil dólares.

Sem falar no isolamento domiciliar obrigatório de cinco dias (para quem tem o “pase de movilidad”) ou de sete dias para quem chega ao país sem o documento que comprove a vacinação.


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