Ilha de Páscoa, no Chile, anuncia abertura para turistas

“Vamos fazer isto juntos, seguindo os conselhos de nossos ancestrais que ousaram cruzar oceanos e nos abriram as portas para o mundo. Hoje cabe a nós reabri-las.”

Com essa frase, o prefeito de Rapa Nui, Pedro Edmunds Paoa, anunciou a reabertura da Ilha de Páscoa, no Chile, marcada para o próximo dia 3 de fevereiro de 2021.


Com voos suspensos desde março do ano passado, essa ilha a 3.526 km do ponto mais próximo do continente, na Polinésia, já conta com 77% da população local com vacinação completa e terá requisitos de entrada como apresentação do esquema vacinal completo, “Passe de Mobilidade” preenchido e resultado negativo de um teste de PCR com no máximo 48 horas de antecedência ao embarque.

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O QUE FAZER NA ILHA DE PÁSCOA

Conhecido como Te Pito o Te Henua (‘umbigo do mundo’, em língua rapa nui), o destino tem trilhas em fábrica de moais, mergulhos em águas, exageradamente, azuladas e caminhadas sobre vulcões.

Mas as atrações mais famosas desse território de origem polinésia com mais de três milhões de anos são os moais, as estátuas gigantes feitas em homenagem a chefes de tribos locais.

A história dos rapa nui teria início com a chegada de um grupo proveniente da Polinésia, liderada pelo rei Hotu Matu´a e com o objetivo de colonizar novas terras, entre os séculos 4 e 8.

10) VER OS CENTROS CERIMONIAIS: Tongariki, na baía Haga Nui, é a maior plataforma funerária de Rapa Nui e abriga uma sequência de 15 moais (foto: Eduardo Vessoni)

Primeiro, eram erguidos os ahus, plataformas cerimoniais de pedra; e logo vinham as imensas estátuas com cabeças grandes e mãos sobre o corpo, encomendadas como homenagens aos chefes das tribos locais ou a ancestrais transformados em divindades.

Segundo estudos, essas construções foram erguidas em três etapas: entre 800 e 1000 d.C., de 1000 a 1200, e entre os anos 1200 e 1600, período no qual pertence a maioria dos moais atuais.


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