Aeroporto do Chile tem queda brusca de passageiros

Devido às constantes mudanças de regras de entrada de estrangeiros, o Chile apresentou em fevereiro uma queda brusca no número de passageiros em seus aeroportos.

A capital do Chile é o principal centro emissor de tráfego  aéreo do país, tanto em nível doméstico como internacional.

Para a IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos), a situação complica as perspectivas de reativação da indústria aérea no país, inclusive em abril.

Segundo a Junta Aeronáutica Civil (JAC), 787.295 passageiros embarcaram em voos domésticos e internacionais, em fevereiro. A queda é de 69,5% em comparação com o mesmo mês de 2020.

Em janeiro e fevereiro, a quantidade de passageiros transportados foi de 1.564.021, o que significa uma queda de 70,2%.

Em janeiro e fevereiro, as companhias aéreas transportaram 384.794 passageiros em rotas internacionais a partir do Chile, uma queda de 80,8% com relação ao mesmo período de 2020.

As aéreas mais impactadas pelas medidas no Chile são KLM (98,2%), Air France (86,6%), JetSMART (84,4%), LATAM e Iberia (83,9%) e Aerolíneas Argentinas (83,1%).

Em fevereiro, as cinco rotas internacionais mais buscadas, saindo de Santiago, foram Lima (33.349 pax), Bogotá (22.265), Miami (19.237 ), Buenos Aires (EZE) (17.852) e Cidade do Panamá (20.951).

Já as rotas domésticas tiveram desempenho melhor, impulsionado pela abertura para viagens internas de férias e maior segurança em relação às viagens internacionais.

Em fevereiro, as aéreas transportaram 606.222 passageiros em rotas dentro do Chile, uma queda de 62,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

As rotas domésticas mais procuradas, a partir de Santiago, foram Antofagasta (70.153 pax), Calama (66.863), Iquique (66.123), La Serena (50.273) e Temuco (45.590).

fonte: IATA edição: Eduardo Vessoni fotos: Aeropuerto de Santiago / Eduardo Vessoni / Wikimedia Commons