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DIA DO PANTANAL

Eduardo Vessoni

Em 12 de novembro é celebrado o Dia do Pantanal, o menor bioma do Brasil.

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Essa área de 210 mil km² e quase mil espécies de animais fica no Mato Grosso do Sul e no Mato Grosso, no Centro-Oeste brasileiro.

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A região é dividida em Pantanal Norte (MT), formada por destinos como Cáceres, Poconé e Barão de Melgaço; e Pantanal Sul (MS), com destaque para cidades como Miranda, Aquidauana e Corumbá.

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Para ver animais aos montes, a melhor época vai de julho a setembro, quando o nível dos rios baixa e os bichos buscam água e alimento nas margens de estradas.

Eduardo Vessoni

Nessa época, os dias são quentes e abafados, mas com noites mais frescas, a 21° C, aproximadamente.

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De agosto a novembro, a atração mais impactante são os safáris para ver onças, pela manhã bem cedo e no final de tarde, quando os felinos são vistos com mais facilidade.

Eduardo Vessoni

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PANTANAL

No Mato Grosso, outra atração é a Transpantaneira (MT-060), uma via de terra com 140 km, entre Poconé, portal do pantanal mato-grossense, e a localidade de Porto Jofre.

Eduardo Vessoni

Com 123 pontes, a estrada é conhecida pelas áreas alagadas que atraem animais em busca de alimentos e água, como jacarés e capivaras.

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Já o Parque Estadual Encontro das Águas, no Pantanal Norte, é considerado o melhor local para observação de onças.

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Para celebrar a data (e fazer um alerta urgente), o documentarista de natureza Lawrence Wahba lança o documentário “Jaguaretê-Avá: Pantanal em Chamas”, no Globoplay.

Divulgação

Ao ser surpreendido pela pandemia e sem poder voltar para casa, em março de 2020, Lawrence registrou os primeiros focos de fogo que se tornariam os piores incêndios florestais na história do bioma.

Lawrence Wahba/Divulgação

Em setembro de 2021, o documentarista completou sua 50ª viagem ao Pantanal.

Divulgação

É minha visão de dentro dos incêndios, daquele cenário de guerra. Mas também traz a força da corrente que se formou para ajudar o Pantanal.”

Lawrence Wahba documentarista de natureza

Foram 10 semanas de viagem, mais de 100 horas de registro e 4 expedições nas regiões de Miranda, Serra do Amolar, Porto Jofre, Transpantaneira, PN do Pantanal e Pq. Estadual Encontro das Águas.

Divulgação

Além de cenas impactantes da destruição, o filme de 1h14 registra a ação de quem estava no epicentro do combate às chamas, atuando no resgate e na recuperação de animais.

Lawrence Wahba/Divulgação

O documentário “Jaguaretê-Avá: Pantanal em Chamas” estreia no Globoplay, no dia 12 de setembro.

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