Lanche de mortadela pode virar patrimônio

foto: Rogério Cassimiro/MTur

Em homenagem ao aniversário de São Paulo, um fabricante quer tornar o clássico sanduíche de mortadela em Patrimônio Cultural Imaterial.

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O primeiro registro da mortadela foi feito na Bolonha, no norte da Itália, durante o Império Romano, e chegou no Brasil com os imigrantes.

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Com mais de 12 mil m², o Mercado Municipal de São Paulo tem quase 300 estandes e o bem recheado sanduíche de mortadela é uma das atrações mais famosas.

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MERCADÃO

Foi aberto em 1933, no dia do aniversário de São Paulo, e o sanduíche de mortadela logo se tornou uma opção rápida de refeição.

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Segundo a Ceratti, o recheio exagerado com 300 gramas de mortadela foi um protesto dos funcionários do Mercadão pelo reajuste do preço do produto, em 1966.

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Localizado no Centro Histórico de São Paulo, o Mercadão é um dos pontos gastronômicos da cidade.

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Para celebrar os 467 anos de São Paulo, a Ceratti propôs o tombamento do sanduíche de mortadela como Patrimônio Cultural Imaterial de São Paulo.

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