Navios de cruzeiro: é seguro viajar na pandemia?

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Após o registro de 146 infectados, entre passageiros e tripulantes que viajavam pela costa brasileira, na semana passada, os navios MSC Splendida e Costa Diadema foram colocados em quarentena.

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Por conta do aumento repentino de casos de infecção por Covid-19 nas embarcações, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou em nota a suspensão imediata da temporada de cruzeiros no Brasil.

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Apesar da temporada no Brasil mal ter começado, a agência não recomenda viagens em navios do gênero nos próximos dias, em especial diante do grave risco à saúde da população e do aumento de casos da doença a bordo.

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 Só no último domingo (2/1), mais de 3 mil passageiros foram impedidos de embarcar no MSC Splendida por conta da transmissão de Covid-19 entre tripulantes.

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Em nota, a ANVISA informou, entre outros motivos, a “inconsistência de informações apresentadas” durante a investigação epidemiológica.

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Com 1.637 cabines, o MSC Splendida tem capacidade para 4.363 hóspedes e cerca de 1.370 tripulantes.

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Já o Costa Diadema, classificado com nível 4 do cenário epidemiológico, também teve suas atividades não essenciais proibidas a bordo, cujos protocolos sanitários devem ser mantidos até o desembarque total dos passageiros.

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Todos os passageiros serão desembarcados em Santos (SP), exceto pessoas com teste positivo ou residentes em Salvador, que ficarão na capital baiana.

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O Costa Diadema abriga 756 cabines, 11 piscinas e hidros, 8 restaurantes e 11 bares.

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Em parada em Búzios (RJ), em 2 de janeiro, o MSC Preziosa detectou 30 infectados (26 passageiros e 2 tripulantes) assintomáticos ou com sintomas leves, que chegaram a concluir a viagem e foram orientados a fazer a autoquarentena.

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A ANVISA alerta também que a atual situação sanitária pode causar necessidade de desembarque em porto diferente do inicialmente planejado e possibilidade de quarentena dos navios.

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Para a agência, a medida deve ser mantida até que sejam apurados os indícios de descumprimento dos protocolos sanitários por parte das empresas responsáveis pelas embarcações.

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Segundo o UOL, um dos navios em mares brasileiros teria promovido uma festa de fim de ano a bordo, em meio a casos de Covid-19 entre passageiros e tripulantes.

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