Flutuação em rio é destaque da Chapada dos Guimarães (MT)

Do alto de um dos mirantes da Cidade de Pedra, a Chapada dos Guimarães (MT) parece um imenso tapete verde que se estende em direção a Cuiabá.

A pouco mais de uma hora da capital mato-grossense, essa chapada não tem a mesma fama da baiana Diamantina, nem o misticismo gratiluz de Veadeiros, em Goiás.

Mas a menor chapada do Brasil se agiganta em uma sequência de mais de 150 km ininterruptos de paredões de arenito que abraçam a região em forma de muralhas imponentes.

Rio Claro (foto: Eduardo Vessoni)


3 passeios imperdíveis na Chapada dos Guimarães

Vale do Rio Claro
Inserido em uma região que vê o encontro de três biomas (Cerrado, Amazônia e Pantanal) esse é mais um daqueles destinos do centro-oeste brasileiro com temperaturas elevadas.

A Chapada exige, mas também recompensa.

O Vale do Rio Claro é considerado um dos locais mais restritos em todo o Parque Nacional e, assim como a Cidade de Pedras, uma das experiências mais impactantes de todo o destino.

Para fazer a flutuação, basta se equipar com máscara e snorkel para uma descida de rio em águas, exageradamente, claras, em um circuito de pouco mais de 1 km com obstáculos naturais que deixam a experiência ainda mais interessante, como troncos de árvores.

Fica de olho: o próprio condutor contratado fica responsável pelo agendamento da visita, cuja entrada é permitida entre 8h30 e 12h, com saída até 17h.

Cidade de Pedra (foto: Eduardo Vessoni)

Cidade de Pedra
Sem dúvida, esse é um dos cenários mais chapados da Chapada, em pleno Parque Nacional.

A cerca de 24 km do Véu de Noiva, parte em estrada de terra, esse atrativo só deve ser explorado em carros 4×4, que podem ser deixados a poucos metros do início da trilha de 500 metros de acesso a mirantes com vista única daquelas impressionantes muralhas rochosas.

Assim como lembra o divertido guia Alfredo Lelis Amaral Filho, “é o local de maior visibilidade da Chapada, no Vale do Rio Claro”.

Com sete mirantes ao longo da trilha, a uma altura que chega a 400 metros de altura, é como ter diante dos olhos uma imensa cidade abandonada de rochas esculpidas pela ação dos ventos e da chuva.

Fica de olho: entrada permitida apenas com acompanhamento de guia, diariamente, entre 8h30 e 12h, e a saída até às 17h.


Crista de Galo
A visita à Cidade de Pedra pode ser combinada com outro atrativo natural que prova o potencial cênico da Chapada.

“É onde se tem uma visão panorâmica da vegetação, que parece até um veludo sob esse altar onde estaremos”, anuncia o guia Alfredo.

A subida até o topo é puxada e exige disposição, mas impressiona ver a vegetação aos pés dos paredões rochosos, com vista de 360°.

O nome é uma referência às formações rochosas que lembram cristas-de-galo petrificadas.

Fica de olho: o próprio condutor contratado fica responsável pelo agendamento da visita, cuja entrada é permitida entre 8h30 e 12h, com saída até 17h. De acordo com o ICMBio, a trilha até o estacionamento próximo pode ser feita também a pé ou de bicicleta (6 km, aproximadamente).

Crista de Galo (foto: Eduardo Vessoni)

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