Conheça viagens de barco pelos mares e rios do Brasil

Homens (mulheres e crianças), ao mar!!!

Neste post, listamos algumas das nossas experiências em barcos, veleiros e canoas para quem quer conhecer as águas do Brasil.

De navegação em lancha, em plena Zona Sul de São Paulo, a cruzeiro literário, reunimos opções que podem trazer novos pontos de vista a sua viagem em terras nacionais.

Confira roteiros:

LANCHA NA REPRESA DE GUARAPIRANGA
São Paulo

Ilha dos Macacos, na Represa de Guarapiranga (foto: Eduardo Vessoni)

O Yacht Club Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, conta com aluguel de lanchas de alto padrão para passeios na Represa de Guarapiranga, no Jardim Guarapiranga.

No roteiro, atividades e atrações que a gente já não esperava mais encontrar, a poucos minutos do centro da maior cidade latino-americana: ilhas pouco visitadas, praia de água doce, trilhas curtas, observação de animais e até um inusitado Stand Up Paddle.

SAIBA MAIS: “Passeio de lancha na Represa de Guarapiranga é opção inusitada de SP”

VELEIRO EM PARATY
Rio de Janeiro

foto: Mari Peccicacco/Divulgação

Com preços semelhantes ao de uma diária de pousada, é possível alugar um veleiro para navegar pelas praias e baías de Paraty e Ilha Grande, com acessos exclusivos pelo mar.

Cansou de suspirar diante de prainhas quase particulares do Saco do Mamanguá ou de mergulhar sobre paredões rochosos que tocam o fundo do mar? Pois deixe que o capitão volte a acionar os motores do veleiro para seguir até o próximo pedaço de mar quase exclusivo para os embarcados.

SAIBA MAIS: “Veleiro em Paraty pode ser mais econômico do que diária de pousada”

LIVEABOARD NA ILHA GRANDE
Rio de Janeiro

Naquelas terras protegidas da Baía da Ilha Grande, em Angra dos Reis, existem quase duzentas ilhas, duas mil praias, catorze naufrágios históricos para serem explorados por mergulhadores e uma área preservada de 154 km² que abriga dois parques estaduais e uma reserva biológica.

foto: JP Cauduro/Divulgação

Só na Ilha Grande, a maior da baía, são mais de cem faixas de areia, em 12 enseadas.

Embarcar em um liveaboard, como são chamados os barcos que fazem roteiros exclusivos para mergulhadores e acompanhantes, é como permanecer imerso em um mundo submarino, mas com as facilidades de um catamarã equipado com cabines individuais com chuveiro e água quente, chef de cozinha a bordo, varanda e assistência em todas as operações de mergulho.

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VELHO CHICO
Sergipe

Navegação no rio São Francisco, em Canindé do São Francisco (foto: Eduardo Vessoni)

Antiga área inóspita não navegável e de difícil acesso, a região de Canindé de São Francisco, a quase 200 km da capital sergipana, abriga corredores estreitos de rochas talhadas do rio São Francisco que surgiram com a construção da barragem da Hidrelétrica de Xingó, em 1995, considerada uma das maiores do Brasil.

Aquelas águas represadas deram lugar ao Cânion do Xingó, localizado em um vale de 65 km de extensão e com uma profundidade média de 150 metros, onde é possível navegar a bordo de catamarãs, fazer passeios em pequenas embarcações que cruzam corredores estreitos do cânion, fazer rapel e até praticar Stand Up Paddle.

SAIBA MAIS: “Principal destino do turismo sergipano, Velho Chico tem experiências únicas”

MARAGOGI
Alagoas

Maragogi, em Alagoas (foto: Eduardo Vessoni)

A gente nunca sabe se aquelas águas cristalinas são azuis, celestes, verdes ou turquesas, mas seus tons colocaram esse destino alagoano na rota dos endereços mais cobiçados do Nordeste brasileiro.

Maragogi, um dos destinos mais visitados de Alagoas, depois da capital Maceió, é dona das maiores barreiras de corais do Brasil, possui uma das melhores visibilidades marinhas do País e se orgulha de ser considerada o Caribe brasileiro.

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GALINHOS
Rio Grande do Norte

foto: Eduardo Vessoni

Neste destino a 170 km de Natal, no Rio Grande do Norte, acontece o inusitado Passeio Ecológico, encabeçado por uma figura única da região, o Jr. Tubarão.

Em seu tour gastronômico, Tubarão conduz o barco, faz uma pausa em Gamboa da Areia para coletar ostras para o almoço, leva visitantes para conhecer salinas e mangues, e escolhe uma das praias isoladas que não são frequentadas por turistas para preparar o almoço com ostras no bafo, ceviche com cavala-branca, molho manguezal e sashimi de pescada branca.

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GOLFINHOS EM FERNANDO DE NORONHA
Pernambuco

No interior da enseada da Baía dos Golfinhos, uma das atrações naturais do arquipélago, destaca-se a alta concentração de golfinho-rotador, espécie oceânica e tropical conhecida por seu comportamento de saltar fora d’água e realizar até sete rotações em torno do próprio eixo.

Mergulho na Ilha do Meio, no Mar de Dentro (foto: All Angle/Sandro Rodrigues)

Uma alternativa para quem quiser ver os animais de perto é o passeio de barco tradicional até a ponta da Sapata (R$ 159, por pessoa), que cruza áreas com grandes chances de observação de golfinhos que desviam a atenção dos marinheiros para longe das fêmeas com filhotes.

A má notícia (para nós, claro), é que a interação no mar com os animais já não é mais permitida em toda a área preservada do arquipélago (com exceção para quem for surpreendido por alguns deles, durante mergulhos com cilindros em outros endereços de Fernando de Noronha). SAIBA MAIS

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CRUZEIRO LITERÁRIO NA AMAZÔNIA
Amazonas

O ‘Navegar é Preciso’ acontece no Amazonas, a bordo do IberoStar (foto: Eduardo Vessoni)

Criado pela Livraria da Vila e pela agência Auroraeco, o projeto ‘Navegar é Preciso’ reúne escritores e cantores em encontros literários diários, apresentações musicais e saídas para exploração da região.

Nesta viagem com duração de cinco dias, os viajantes literários navegam sem pressa sobre as águas escuras do rio Negro, cruzam o arquipélago das Anavilhanas, realizam trilhas floresta adentro e fazem desembarques estratégicos em praias de rio.

A edição 2017, que aconteceu entre os dias 1º e 5 de maio, reuniu nomes como Márcia Tiburi, Mário Prata e Chico César. SAIBA MAIS

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ILHA DO COMBU
Pará

Ilha do Combu, próximo a Belém (foto: Eduardo Vessoni)

Em Belém, a floresta fica bem na porta de casa. A 15 minutos de barco, para ser mais exato.

Combu é uma das 39 ilhas de Belém e ganhou fama com seus chocolates artesanais, feitos com cacau plantado no quintal de casas erguidas sobre palafitas. Até chefs brasileiros como Alex Atala e Thiago Castanho já se renderam ao produto.

SAIBA MAIS: “Ilha do Combu é a versão doce de Belém, capital do Pará”

ILHA DO MARAJÓ
Pará

Igarapé na Praia da Água Boa, em Joanes, na Ilha do Marajó, no Pará (foto: Celso Abreu/Flickr-Creative Commons)

O barco para 847 pessoas sai às 6h30 da manhã, mas pode chegar às 4h45 para ir preparando o espírito para uma viagem fluvial amazônica.

E haja espírito e haja Amazônia.

Conheça a viagem entre Belém, a capital do Pará, e o arquipélago do Marajó: “[crônica]: Gringo brasileiro”

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