Patagônia argentina ou chilena? Saiba quais são as diferenças e programe-se

À primeira vista elas parecem o mesmo lugar. Extensas áreas geladas, geografia exibida, destinos isolados e uma infinidade de experiências, tanto no verão quanto no inverno.

Mas assim que o viajante desembarca no extremo sul do continente já é possível notar as diferenças entre serviços e infraestrutura disponíveis nos setores argentino e chileno da Patagônia. Afinal de contas, nem só de Bariloche e Região dos Lagos, dois destinos patagônicos, na Argentina e Chile, respectivamente, se faz turismo naquelas terras geladas.

Localizada na região mais austral da América do Sul, a Patagônia abriga terras virgens e isoladas, e é uma das áreas com menor densidade demográfica do planeta. Isso significa dizer que é mais fácil encontrar pinguins e leões marinhos do que gente.

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Patagônia chilena, na região de Torres del Paine (foto: Morten Andersen/Tierra Patagonia)
Patagônia chilena, na região de Torres del Paine (foto: Morten Andersen/Tierra Patagonia)

Mas se são parecidas, qual escolher? Sobretudo em se tratando de um território de um milhão de km², aproximadamente, que vai de terras mais quentes, às margens do Atlântico, a campos de gelos, do lado de lá das cordilheiras dos Andes.

Viagem em Pauta lista a seguir as principais diferenças entre cada uma das versões patagônicas, no Chile e na Argentina, onde o viajante pode decidir como começar e terminar sua viagem ao fim do mundo, a partir de dados como geografia, qualidade das estradas e serviços oferecidos.

GEOGRAFIA

⇒ No Chile
O país abriga a menor parte patagônica do continente, uma região com 240 mil km² de superfície e uma densidade demográfica que não passa de um habitante por km². A geografia local é conhecida pela abundância de áreas verdes e mais arborizadas, marcada também pela estepe (exceto na região de pampa de Punta Arenas).

Considera-se Patagônia chilena o território que vai do golfo do Reloncaví, ao norte, ao Estreito de Magalhães, ao sul; e as terras entre o Pacífico e o limite com a Argentina.

O Chile abriga a geografia mais isolada e inóspita de toda a Patagônia, onde é possível navegar pela 3ª maior extensão de gelos continentais do mundo, uma área de 21 mil km² que inclui atrativos como o Parque Nacional Laguna San Rafael e o glaciar Exploradores, nos Campos de Gelo Norte.

Hóspedes são guiados pela Hunter’s Trail, uma das opções de trilhas do Parque Nacional Torres del Paine, no Chile (foto: Eduardo Vessoni)
Hóspedes são guiados pela Hunter’s Trail, uma das opções de trilhas do Parque Nacional Torres del Paine, no Chile (foto: Eduardo Vessoni)

Já os Campos de Gelo do Sul são conhecidos por abrigar atrações naturais como os glaciares Pío XI, no Parque Nacional Bernardo O’Higgins; o glaciar O’Higgins, situado no lago de mesmo nome; e os glaciares Tyndall e Grey, no Parque Nacional Torres del Paine.

A Patagônia chilena com melhores acessos (e dona de um ar que ainda nos faz lembrar da civilização das grandes cidades) é a chamada Patagônia Rios e Lagos, onde estão destinos como Osorno, Porto Montt, Porto Varas e Frutillar.

Já a Região de Aysén, onde se encontra a icônica Carretera Austral, se caracteriza pela presença de bosques, glaciais e canais patagônicos.

Mas é na Patagônia Magalhães que o viajante confirma todas as imagens que temos sobre terras austrais, região que abriga atrações como o Parque Nacional Torres del Paine; Dentes de Navarino, considerada o trekking mais austral do planeta, com 53 km de extensão, na região de Cabo de Horns; e o Estreito de Magalhães. VEJA MAPA

⇒ Na Argentina
Dona de uma extensa área de mais de 930 mil km², a Patagônia argentina é formada pelas províncias de La Pampa, Neuquén, Río Negro, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego, onde se localizam destinos bem conhecidos dos brasileiros (ainda que apenas por fotos) como Bariloche, El Calafate e Ushuaia.

A Patagônia argentina apresenta seu lado mais tradicional (e popular) nas províncias seguintes de Chubut, onde a cultura galesa se encontra com animais de áreas naturais como a Península Valdés e Punta Tombo, onde se localiza a maior colônia de pinguim-de-magalhães do mundo; e na província de Santa Cruz, conhecida pela Ruta 40, pela arte rupestre da Cueva de las Manos e pelo Parque Nacional Los Glaciares, endereço do glacial Perito Moreno e do cerro Fitz Roy.

Trilha Laguna de los Tres, em El Chaltén, com vista para o Fitz Roy (foto: Eduardo Vessoni)
Trilha Laguna de los Tres, em El Chaltén, com vista para o Fitz Roy (foto: Eduardo Vessoni)

A planície de La Pampa, cuja capital Santa Rosa fica a 607 km de Buenos Aires (quase nada para os padrões patagônicos), dá acesso a áreas rurais e atrações menos conhecidas como a Reserva Provincial Parque Luro, o Parque Nacional Lihue Calel e as termas de Bernardo Larroude e de Guatrache.

Neuquén, no setor andino, abriga a versão mais agreste da estepe patagônica e é conhecida por seus lagos e pelos 4 parques nacionais: Nahuel Huapi, Lanín, Arrayanes e Laguna Blanca. Já a vizinha província de Río Negro, que vai dos Andes ao Atlântico é famosa por destinos como Bariloche.

A Terra do Fogo não só marca o final da Patagônia argentina, mas também o Fim do Mundo, como se costuma dizer sobre o extremo mais austral da América. O principal destino é a pitoresca cidade de Ushuaia. VEJA MAPA

ACESSO

No Chile
Recortada por fiordes e geleiras, a Patagônia chilena exige paciência de quem viaja por terra, uma vez que para se chegar ao extremo sul do Chile, via Santiago, é necessário viajar até Osorno e de lá seguir para Rio Gallegos, em território argentino, antes de chegar a Punta Arenas.

A Patagônia chilena ainda sofre com os escassos investimentos na região, cujo governo parece ter olhos voltados apenas para atrativos como Torres del Paine, os famosos maciços rochosos de formas pontiagudas.

Só para se ter uma ideia, o único aeroporto da região a receber voos comerciais fica na distante Punta Arenas, a 4 horas de Paine, embora Puerto Natales deva receber um novo terminal de passageiros, em 2016, o que reduzirá para uma hora a viagem até Torres del Paine.

Entre dezembro deste ano e fevereiro de 2017, a LATAM passará a operar a rota Santiago-Puerto Natales, principal entrada para a Patagônia chilena, a 112 km do Parque Nacional Torres del Paine.

A nova opção de voo, que ocorrerá duas vezes por semana, será a alternativa para quem visita o atrativo mais popular da região. SAIBA MAIS

Vista de Puyuhuapi , uma das atrações da Patagônia chilena (foto: Eduardo Vessoni)
Vista de Puyuhuapi , uma das atrações da Patagônia chilena (foto: Eduardo Vessoni)

Já quem se aventura para conhecer a fascinante Carretera Austral, no setor oriental da Patagônia chilena, na fronteira com a Argentina, conta com voos que saem de Porto Montt, em direção a Balmaceda, a 55 km de Coyhaique, uma das principais portas de entrada para a região.

O clima instável, nevascas, chuvas torrenciais e o humor imprevisível de atrações naturais como vulcões podem isolar viajantes e a população local, durante dias. Por isso, evite roteiros engessados.

Na Argentina
A região é marcada por um território mais plano e pelo acesso por duas estradas que, por si só, já valem a viagem.

Para quem viaja pela costa atlântica, a Ruta Nacional 3 é uma via de mais de 3 mil km que vai da capital portenha até a distante Ushuaia, na Terra do Fogo, passando por um cenário desértico que pouco lembra a imagem que temos de terras patagônicas. Nesse longo trajeto até a Terra do Fogo, que tem o oceano Atlântico como vizinho, o viajante chega a atrações como Porto Madryn, Porto Pirámides e Península Valdés.

(foto: Eduardo Vessoni)
(foto: Eduardo Vessoni)

Do lado oposto, a icônica estrada Ruta 40 dá acesso a destinos como a pequena El Chaltén, a capital argentina do trekking, e El Calafate, principal porta de entrada para o Parque Nacional Los Glaciares.

Considerada a maior do país, com mais de 5 mil km, entre a Patagônia e a Bolívia, essa estrada rústica pode ser explorada em uma viagem terrestre de três dias, a bordo de um ônibus que percorre os 1.500 km, entre Bariloche e El Chaltén.

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VIDA ANIMAL

No Chile
A vida animal é mais presente na Patagônia chilena e pode ser vista, com mais facilidade, na beira de estradas (tanto em vias nacionais como em estradinhas vicinais), ao longo das diversas trilhas disponíveis para caminhadas ou até mesmo na porta do hotel.

Um dos destinos perfeitos para a observação da fauna local é o Parque Nacional Torres del Paine, na Região de Magalhães, onde animais como guanacos, emas e até pumas não se incomodam com a presença humana e podem ser vistos a poucos metros de distância.

A geografia de Coyhaique, cidade com acesso pela Carretera Austral e a quase 700 km de Puerto Montt, é recortada por lagos, riachos e rios, e garante à região o título de ‘capital patagônica da pesca com mosca’, atividade que consiste em atrair peixes como trutas com iscas feitas de plumagens que imitam insetos aquáticos e devolvê-los à água após a clássica sessão de fotos.

Puma visto durante trilha no Parque Nacional Torres del Paine, no sul do Chile (foto: Eduardo Vessoni)
Puma visto durante trilha no Parque Nacional Torres del Paine, no sul do Chile (foto: Eduardo Vessoni)

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Na Argentina
Os animais da Patagônia argentina são mais dispersos ou se concentram em áreas exclusivas como Punta Tombo ou nas ilhas do Ushuaia.

As diversas reservas naturais e os 11 parques nacionais são os endereços ideais para observação de animais, na Patagônia argentina. Mas ainda assim, o viajante precisa pagar ingressos ou realizar longas travessias para encontrar a bicharada local.

O petrel-gigante, espécie de ave marinha, pode ser vista em bandos, na primavera e no verão, durante as travessias no Canal de Beagle, na Terra do Fogo. Já as baleias dão as caras na praia de El Doradillo, em Puerto Madryn, na Patagônia Atlântica, entre junho e dezembro.

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Elefante marinho, na Península Valdés, na Patagônia argentina (foto: David/Flickr-Creative Commons)
Elefante marinho, na Península Valdés, na Patagônia argentina (foto: David/Flickr-Creative Commons)

Para ver pinguins, aos montes (diga-se de passagem), é necessário percorrer 180 km, ao sul de Puerto Madryn, até Punta Tombo, onde 500 mil aves dividem espaço na maior colônia da espécie Magalhães do planeta, entre agosto e abril.

No entanto, o destaque de toda a região da Patagônia argentina é a impactante Península Valdés, um Patrimônio Mundial a UNESCO, diante do oceano Atlântico. Com 4 mil km², a região abriga uma avifauna formada pela baleia franca austral, golfinhos, lobos e elefantes marinhos, e pinguins.

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SERVIÇOS E HOSPEDAGEM

⇒ No Chile

Vista do terraço do Tierra Patagonia (foto: Morten Andersen/Divulgação)
Vista do terraço do Tierra Patagonia (foto: Morten Andersen/Divulgação)

Os próprios guias da região de Torres del Paine são unânimes em afirmar que a falta de transportes e de melhores rotas são os maiores desafios para quem visita a Patagônia chilena.

“O lado argentino ganha mais em termos de turismo nesse sentido”, afirma Paula Galindo, guia há 22 anos na região, dos quais três são dedicados a trabalhos em um hotel de luxo em Torres del Paine.

No entanto, é na Patagônia chilena que estão localizados os hotéis com as melhores localizações (selvagens, diga-se de passagem) como o Tierra Patagonia, conhecido pelas expedições e pelos quartos com vista para Torres del Paine.

⇒ Na Argentina
Mais urbanizada e com maior disponibilidade de serviços, esta é a Patagônia mais adequada para visitantes de primeira viagem, em terras geladas.

Melhores opções de linhas de ônibus, ligando centros urbanos a destinos patagônicos; cidades com boa estrutura, localizadas bem próximas a atrações naturais; e variedade de hospedagens para diferentes orçamentos de viagem.

Yellow Submarine, na Península Valdés, na Patagônia argentina (foto: Divulgação)
Yellow Submarine, na Península Valdés, na Patagônia argentina (foto: Divulgação)

No quesito hospedagem, a extensa Patagônia argentina conta com uma rede que vai desde bem equipados hostels com cara de hotel boutique até lodges de luxo no lago Nahuel Huapi (Bariloche), em El Calafate e no Ushuaia.

CLÁSSICOS DA PATAGÔNIA

Seja qual lado você escolher, as duas versões da Patagônia são garantias de encontrar vida selvagem exibida, ver cenários selvagens que fazem o visitante se sentir o único ser humano por ali e protagonizar uma das viagens mais fascinantes em todo o continente sul-americano.

E para cada estilo de viajante, tem atrações específicas. Confira as atrações mais populares:

⇒ No Chile
Torres del Paine: Conhecido pelos rochosos maciços de granito, esse parque nacional está a 100 km de Puerto Natales e é procurado por amantes de caminhadas, cujas opções vão de trilhas curtas até o clássico percurso W, circuito de 71 km e 5 dias de duração.

Laguna San Rafael, na Patagônia chilena (foto: Eduardo Vessoni)
Laguna San Rafael, na Patagônia chilena (foto: Eduardo Vessoni)

Laguna San Rafael: Esse é outro clássico patagônico do Chile, cujo acesso aquático se dá, a partir de Puerto Chacabuco, a 79 km de Coyhaique. Declarada Reserva da Biosfera pela UNESCO, essa região de quase 2 milhões de hectares é recortada por canais e imensos blocos de gelo que podem ser vistos dos botes que se aproximam a poucos metros das geleiras.

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Carretera Austral: Com 1.240 km, entre Puerto Montt, na Região dos Lagos, e Villa O’Higgins, na Patagônia chilena, a Carretera Austral é um dos cenários mais impressionantes de todo o território chileno.

A região de Aysén, onde fica essa estrada nacional, pode ser explorada em carros 4×2, preferencialmente, e é marcada por estreitas e sinuosas vias de cascalho que dão acesso a cidades a atrações como a pitoresca Puyuhuapi, as impressionantes formações geológicas da Capilla de Mármol (Puerto Tranquilo) e a distante (e misteriosa) Caleta Tortel, cidade austral interligada por passarelas de cipreste, onde carros têm acesso proibido.

Punta Tombo (foto: Don Faulkner/Flickr-Creative Commons)
Punta Tombo (foto: Don Faulkner/Flickr-Creative Commons)

⇒ Na Argentina
O glacial Perito Moreno, próximo a El Calafate; a Península Valdés e Punta Tombo, a maior colônia de pinguim-de-magalhães do mundo; e o distante Ushuaia, na Terra do Fogo, são as atrações que mais valem a pena incluir na sua viagem para a Patagônia argentina.

LEIA TAMBÉM: Conheça atrações inusitadas da Patagônia argentina

CONCLUSÕES

Independente de sua pegada e do seu orçamento, a Patagônia é daqueles lugares do planeta que precisam ser visitados, ao menos, uma vez na vida.

Escalada no glacial Grey, na Pataônia Chilena (foto: Davidlohr Bueso/Flickr-Creative Commons)
Escalada no glacial Grey, na Patagônia chilena (foto: Davidlohr Bueso/Flickr-Creative Commons)

Na Argentina, encontra-se a Patagônia mais acessível e com preços mais camaradas para bolsos apertados (ainda que costumem ser mais elevados com relação ao restante do país, devido às distâncias e isolamento do destino). Porém, o Chile guarda a versão mais selvagem e exótica da Patagônia.

Serviços como transporte e diversidade de tours tendem a ser melhores na Patagônia argentina, mas é no Chile que a fauna é mais exibida e pode surpreender viajantes até mesmo na estrada ou no quintal do hotel.

SAIBA MAIS
Patagônia argentina
www.patagonia.gov.ar

Patagônia chilena
www.chile.travel

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35 Comentário

    • Flávia, não me lembro de terem pedido documento para fazer passeios em El Calafate. Mas tenha sempre em mãos um documento com foto, o mesmo que você utilizar para entrar na Argentina.

      Abraços e boas viagens.

    • Flávia, os melhores meses para conhecer a região são a partir de outubro, quando as temperaturas começam a subir.
      Agosto ainda é temporada de inverno e as temperaturas são baixas.

      Abraços e boas viagens

  1. tenho muita vontade de conhecer, sou de sao paulo, estou planejando uma viagem de moto de uns 25 dias com paradas em el chalten, el calafate, torres del paine e ushuaia e depois retornar pela rota 03, tem mais alguma sugestão para mudar ou acrescentar ?

    obrigado

  2. Excelente matéria! Pretendo conhecer a Patagõnia Chilena e cogito dar uma passada pela Patagônia Argentina e Ushuaia. Estarei de férias a partir de 29Set até meados de Outubro. É uma boa época para visitá-la? Podem me sugerir um roteiro? Estou um pouco perdido. Obrigado pessoal!

    • É uma boa época, sim, Isaías. É primavera na América do Sul (mas, claro, com aquele friozinho típico da região).
      Nesta mesma matéria você encontra algumas sugestões de roteiros e cidades que valem a visita em ambas patagônias.

      Abraços e seja sempre bem vindo no site.

  3. Parabéns pela matéria.
    Moro no Brasil e nunca viajei para fora. Junto a minha esposa escolhemos como 1º destino a Patagônia pela Argentina. Tenho exatamente do dia 02/08 ao dia 07/08 e não sei como começar o planejamento. Ficaremos extremamente agradecidos se puder nós ajudar a curtir esses dias. Pelo q li, estou vendo q temos poucos dias, mais quero tornar esses dias o mais incrível para minha esposa. Ela me fez um pedido, quer andar na geleira.

    • Fábio, pelo pouco tempo que vocês vão ter e pelo sonho a sua esposa de andar na geleira, vão direto para El Calafate, onde fica o Perito Moreno. Há voos diretos entre Buenos Aires e Calafate.

      Neste post, a gente conta mais sobre algumas atrações e experiências no destino: http://viagemempauta.com.br/2017/01/18/atracoes-de-verao-na-patagonia/

      No entanto, acho muito tempo (de 2/8 a 7/8) para ficarem apenas em Calafate. Tentem combinar uma visita a El Chaltén, um povoado minúsculo que tem trilhas gratuitas e com diferentes graus de dificuldade.

      Se vcs conseguirem dar uma esticada nas datas de vcs, não deixe de incluir também Ushuaia, na Terra do Fogo.

      Obrigado pelo interesse no site e boas viagens!!!

    • Albertina, obrigado pela visita ao site.

      Só fizemos parte da Patagônia de carro, mas já em território argentino. No entanto, não é raro ler relatos de brasileiros que foram. com sucesso, do Brasil até a Patagônia de carro. Tudo depende de um bom planejamento de estar bem informada sobre a rota.

      Abraços e boa viagem!!!

  4. Olá, pretendo percorrer de bicicleta a Carretera Austral em 2018,
    e preciso saber como retornar de Villa O´Higgins para BARILOCHE, para
    pegar voo de volta ao BRASIL.

  5. Boa tarde.

    Estamos pensando em visitar a patagonia argentina em outubro deste ano. passaremos uns dez dias. levo peso? Levo dolares? quanto mais ou menos calculo gastar com os passeios diarios? Pensei em hospedar 5 dias em el calafate e 5 dias em ushuaia.

  6. Boa tarde.
    Do Brasil consigo ir de carro para Ushuaia e conhecer também a Patagonia argentina?
    como são as estradas? São boas? Existem quantidades boas de postos de combústiveis, restaurantes, hoteis? É muito perigoso em relação a roubo essas coisas?
    Tenho muita vontade de fazer uma viagem conforme tal, mas tenho muitas dúvidas.
    Sem mais, fico no aguardo do esclarecimento. Obrigado!

    • Tiago, é uma longa viagem, a partir do Brasil. Mas, sem dúvida, é um dos roteiros mais fascinantes da América do Sul.
      Aliás, vale lembrar que é muito fácil e seguro dirigir pelas estradas argentinas.
      Vá sem medo e não deixe de nos contar como foi a experiência.

      Abraços e boas viagens.

  7. Já estive com minha esposa e filha no Chile, de carro. Entramos por Mendonça, fomos visitar uma amiga em Valparaíso e seguimos até Porto Montt. Visitamos O Osorno e entramos na Argentina, indo até Bariloche, que foi o nosso ponto final. Pretendo ir em breve até Ushuaia, mas partindo de Buenos aires e de lá atravessar para o Chile, fazendo o caminho inverso pelo norte do Chile. Suas informações foram de total importância e esclarecimentos sobre esses dois lugares maravilhosos da América do sul.

  8. ai, meu deu…que dúvida. pela beleza, queria muito conhecer a patagonia chilena..porém, vou com minha Mãe..que não aguenta caminhar muito. os hoteis da patagoia chilena oferecem bastante serviço de excursão e tal pelos lugares? ou é vc q tem q se virar com aluguel de carros, caminhada e tal??
    obrigada desde já.

    • Oi Thais, os hoteis oferecem sim, tem opções com níveis de dificuldades diferentes, dos mais leves (em que se pode ver da van, aos mais extenuantes.

      Hoje fiz uma trilha de cerca de duas horas e custou R$250,00 por pessoa, icluía a van, guia, snacks e água.

      Amanhã farei um tour de carro pelos principais pontos que durará todo o dia, cobraram R$450,00, incluirá o almoço, espero ter ajudado…

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