São Paulo: 47 atrações no Polo de Ecoturismo da cidade

Essa senhora, que no próximo dia 25 de janeiro completa 470 anos, ainda tem disposição para fazer turismo rural, encarar trilhas na Serra do Mar e até praticar rafting no único rio limpo da cidade.

Apressada e sem tempo a perder, São Paulo se vira como pode com seus próprios males.

Mas ainda existe uma cidade que vale a pena.

Trilha Interparques (foto: Walley Waetge/SPTuris)

Em uma área de transição entre os setores urbano e rural da capital, o Polo de Ecoturismo de São Paulo (polodeecoturismosp.com) tem 76 opções turísticas, como atividades de aventura e preservação ambiental, em um território que ocupa quase 30% de São Paulo, no extremo sul da cidade, em distritos como Parelheiros, Marsilac e Ilha do Bororé.

Em outras palavras, é a selva de concreto debruçada sobre a Serra do Mar e que quase toca a Baixada Santista.


“É voltar a ter contato com o meio ambiente e com a área rural, a poucos minutos do centro da cidade de São Paulo. E com a pandemia, a população sentiu a necessidade de estar nessa natureza sem precisar pegar estrada”, analisa Solange Dias, presidente da Associação de Empresários de Parelheiros e membro do conselho gestor do Polo.

Para você celebrar de um jeito diferente os 470 anos da maior cidade da América Latina, a SPTuris (spturis.com) preparou com exclusividade para o Viagem em Pauta esse roteiro com 47 atividades para fazer no Polo de Ecoturismo de São Paulo.

Rafting na cidade de São Paulo (foto: Daniel Deák/SPTuris)

1. Praticar rafting, caiaque, tirolesa ou stand up paddle em um rio paulistano limpo dentro do Selva SP, parque de aventura em Marsilac;

2. Visitar a Ilha do Bororé, onde fica a histórica Capela de São Sebastião, de 1904, um marco histórico da ocupação da ilha que, na verdade, é uma península;

3. Curtir a vista panorâmica da Represa Billings, a partir do Mirante do Bororé (Rua Peixe de Prata, 600 – Recanto do Sol);

4. Comer no concorrido Restaurante da Marlene (Estr. Ecoturística de Parelheiros, 6455), um estabelecimento de comida caseira com ingredientes orgânicos da região;

5. Conhecer a Casa da Girafa Ateliê (R. Sociedade Esportiva Palmeiras, 26), uma construção única com materiais reaproveitados, decoração e detalhes com conceito sustentável, aberta para visita pública.

Casa da Girafa Ateliê, em Parelheiros (foto: Daniel Deák/SPTuris)

6. Provar produtos feitos com mel de abelhas sem ferrão, como geleias e própolis, além de derivados como velas e cosméticos, no Meliponário Mondury;

7. Conhecer o maior borboletário privado da cidade de São Paulo (Estrada da Ponte Alta, 4300 – Marsilac), com jardim de metamorfose, trilhas e labirinto gigante com mais de 300 m²;

8. Ter contato com animais como cavalos e jumentos, no Recanto Paraíso (Rua Visconde de Montalegre, 499 – Jardim Santa Fé);

9. Visitar a primeira necrópole protestante do Brasil, o Cemitério da Colônia (Rua Sachio Nakao, 28 – Colônia), de 1829, declarado patrimônio histórico paulistano;

10. Fazer trilhas no Parque Estadual da Serra do Mar para ver o litoral paulista, a partir de um mirante do núcleo Curucutu, em dias de céu aberto, no bairro Embura do Alto.

Núcleo Curucutu (foto: Eduardo Vessoni)

11. Fazer de turismo rural e agroecologia no sítio Planta Feliz, o primeiro pátio de compostagem da cidade (Av. Prof. Herman Von Ihering, 6000 – Jd. Casa Grande);

12. Visitar a Krukutu, uma das aldeias da Terra Indígena Tenondé Porã, às margens da represa Billings, onde é possível conhecer o artesanato indígena, participar de jogos e brincadeiras guarani e fazer trilhas;

13. Comprar produtos da Mata Atlântica, como o cambuci e uvaia, no Recanto Magini (Avenida Circular, 2336 – Emburá);

14. Fazer observação de aves (birdwatching), na RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) Sítio Curucutu, a primeira reserva ambiental dentro da cidade de São Paulo;

15. Ficar hospedado no sítio Reino Encantado, uma espécie de hotel-fazenda, equipado com casa principal, piscina e uma extensa área verde para caminhadas, em Marsilac.

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16. Fazer trilhas e conhecer diferentes cachoeiras da Fazenda Maravilha (Cachoeira do sagui – Emburá, São Paulo);

17. Conhecer o sítio Recanto do Jakinha (Estrada do Taquaral, 1900 – Parque Lagoa Rica), área com trilhas, hospedagem, produção orgânica certificada e plantação de PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais);

18. Fazer um pedal de bike na Trilha Interparques, uma rota de 170 km de extensão, considerada a maior trilha na cidade de São Paulo;

19. Fazer passeios de bicicletas mais curtos, no Parque Natural Municipal Varginha, equipado com trilhas, parquinho infantil naturalizado, pista de bike e mirantes;

20. Fazer um inusitado passeio de barco pelos lagos da Represa Guarapiranga, onde tem atrações como praia de água doce, trilhas, áreas para prática de atividades náuticas e aluguel de lanchas.

SAIBA MAIS: “Passeio de lancha é opção para conhecer a Represa de Guarapiranga (SP)”

21. Conhecer (e provar) frutas diferentonas, no sítio Frutilha (Estrada de Itaquaquecetuba, 8600), como cambuci, grumixama, jerivá e physallis;

22. Passar pelo Mirante da Ponte Alta (Rua Adão Hessel Sobrinho – Jd. Embura) e ter a vista da linha ferroviária, próximo à estação Engenheiro Marsilac, usado principalmente por trilheiros e praticantes de mountain bike;

23. Ficar hospedado no Centro Paulus, em Parelheiros, em meio ao verde e à arte popular em uma galeria cultural com exposição de artistas locais;

24. Conhecer o Asé Ylê do Hozouuane (Rua Condé de Fontalva, 100 – Jardim Novo), espaço de cultura afro brasileira que também promove rituais e festas comemorativas, em Parelheiros;

25. Visitar a Igreja da Colônia (Rua Nossa Senhora Aparecida, 1A – Colônia Paulista), de 1910, fundada pelos descendentes dos primeiros colonos alemães na região.

Igreja da Colônia, em Parelheiros (foto: Daniel Deák/SPTuris)

26. Divertir-se com a família no Clube Rincão, parque aquático de 80 mil m² com seis piscinas, toboáguas, playground;

27. Vivenciar o trabalho de uma propriedade de agricultura familiar na Chácara Santa Ana (Estrada Ponte Seca, 32 – Eng. Marsilac), que possui visitas pedagógicas com sistema de agrofloresta e cultivo de orgânicos;

28. Encontrar produtos de Minas Gerais, no Empório Trem Mineiro (Estrada do Cipó, 236 – Sítio Represa), estabelecimento em pleno extremo sul de São Paulo com cachaças, queijos e doces;

29. Ficar hospedado num local com estrutura de lazer completa com piscinas, quadras, campos, trilhas e muito mais no Silcol Eco Pousada, pioneira no Polo de Ecoturismo de São Paulo;

30. Fazer travessias de balsa em plena capital paulista, na Represa Billings, entre a Ilha do Bororé e o bairro do Grajaú.

foto: Daniel Deák/SPTuris

31. Caminhar em meio à natureza e ter oportunidade de subir em um mirante para observar a paisagem e animais silvestres do PNM Jaceguava, uma das áreas verdes que formam a Interparques, a maior trilha na cidade;

32. Degustar cervejas artesanais enquanto navega pelas águas da Represa Guarapiranga e depois conhecer a cervejaria X Craft;

33. Passear e conhecer uma propriedade especializada em cogumelos dos mais variados, como shimeji, shitake, paris e outras espécies no Coguli (Estrada Itaquaquecetuba, 9933);

34. Dormir no Hostel 3º Lago, um lugar descontraído com jeitão de pousada de praia, em frente à Represa Guarapiranga, pet friendly e com preços acessíveis;

35. Fazer passeios gratuitos e guiados, aos sábados e domingos, pelo projeto Vai de Roteiro, que visita diferentes atrativos a cada fim de semana.

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36. Conhecer o Rancho Ateliê (Rua Adão Hessel Sobrinho, s/n – Emburá), local com arquitetura orgânica, onde são realizadas oficinas, contação de histórias e atividades ligadas à jardinagem, decoração e paisagismo;

37. Participar da Semana da Compostagem, Festival de Inverno, Colônia Fest, Festival Gastronômico do Cambuci e outros eventos durante o ano todo na região do Polo de Ecoturismo da cidade de São Paulo;

38. Visitar a Cratera de Colônia, uma área de quase quatro quilômetros de diâmetro, onde caiu um corpo celeste, há mais de 30 milhões de anos;

39. Frequentar pesqueiros como o Aquarium (R. Yoshio Matsumura, 300 – Colônia) ou Matsumura (R. Yoshio Matsumura, 452 – Colônia);

40. Andar de trator, em plena capital paulista, no The Roça Park, local com contato com animais e prática de turismo ecológico.

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41. Entrar em duas Áreas de Proteção Ambiental (APAs), a Bororé-Colônia e Capivari-Monos;

42. Realizar eventos, festas e cerimônias como casamentos, aniversários e outras comemorações em espaços como o buffet da Mansão Fato;

43. Experimentar o yakisoba preparado pelo proprietário do Sítio Nossa Vida (Estr. do Curucutu, 8100 – Jardim Vera Cruz), que também faz atividades de turismo rural;

44. Agendar experiência de agroecologia no Sítio Bebedouro (Estrada da Luminosa, 3500, Sítio 12), que também tem criação de animais como cavalos e coelhos;

45. Aprender sobre a comunidade local e ver grafites de artistas locais, na Casa Ecoativa (Estrada de Itaquaquecetuba, 141 – Jardim Santa Tereza), na Ilha do Bororé, às margens da Represa Billings.

foto: Walley Waetge/SPTuris

46. Deixar as crianças se divertirem em brinquedos naturalizados, feitos com madeira e materiais encontrados na natureza, além de fazer piquenique e observar a paisagem em plena harmonia com o ambiente, no PNM Itaim (Rua Amaro Alves do Rosário, 2676 – Parelheiros);

47. Curtir uma dessas atividades do Polo de Ecoturismo e voltar outras várias vezes para aproveitar ainda mais os atrativos.

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* com informações da SPTuris (spturis.com)

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